“Florestas On-line” vai contar com palestrantes da Embrapa – 18/10/2020

Nesta segunda-feira, 19/10, começa o evento virtual “Florestas On-line”, promovido pela Paulo Cardoso Comunicações, com a parceria institucional da Embrapa e IICA.

Realizado de forma gratuita, esta é a quinta edição do evento, que a cada ano se consolida como um grande espaço de discussão do setor florestal.

Neste ano, a Embrapa participa com sete palestrantes:

19/10 (segunda-feira)
– 8h às 8h45 – ILPF para produção de Carne Carbono Neutro – Roberto Giolo de Almeida – Embrapa Gado de Corte
– 9h30 às 10h15 – Os cuidados com a principal praga do pínus: a Vespa-da-madeira – Susete do Rocio Chiarello Penteado – Embrapa Florestas
– 11h às 11h45 – Melhoramento e pós-melhoramento da pupunha – Antônio Nascim Kalil Filho – Embrapa Florestas

20/10 (terça-feira):
– 10h15 às 11h – Desafios da clonagem por cultura de tecidos – Juliana Degenhardt Goldbach – Embrapa Florestas
– 11h às 11h45 – A inovação invisível: nanotecnologia – Washington Magalhães – Embrapa Florestas

22/10 (quinta-feira):
– 10h15 às 11h – Panorama do setor moveleiro de madeira maciça em Santa Catarina – José Mauro Moreira – Embrapa Florestas
– 11h às 11h45 – Manejo de florestas da Amazônia: a importância do conhecimento do padrão de crescimento das espécies – Evaldo Muñoz Braz – Embrapa Florestas

Para mais informações e inscrições, acesse: www.florestasonline.com.br

Conheça a programação completa nas imagens abaixo.

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Katia Pichelli (MTb 3594/PR)
Embrapa Florestas

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Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)

Produtores conhecem novidades em genética de trigo – 14/10/2020

Visitas na vitrine da Embrapa Trigo

O mês de outubro representa a fase final para o desenvolvimento do trigo no Rio Grande do Sul, quando os produtores podem conferir o potencial produtivo das lavouras que partem do enchimento de grãos para a maturação. Para apresentar a genética da Embrapa em cereais de inverno, o setor produtivo foi convidado a visitar as lavouras expositivas instaladas junto com parceiros da pesquisa em 50 municípios.

Mais de 70 produtores e assistência técnica já passaram pela vitrine de tecnologias da Embrapa Trigo, instalada às margens da rodovia BR 285, em Passo Fundo, RS, para conhecer as cultivares disponíveis no mercado e os futuros lançamentos em trigo, triticale, cevada e forrageiras de inverno. Em trigo, são apresentadas aos visitantes oito linhagens para panificação, além de alternativas de forragens. “Estamos trabalhando no desenvolvimento de cultivares que atendam as demandas do mercado, capazes de aliar rendimento sem aumentar custos de produção. Isso é possível com genética de melhor sanidade, somada ao aprimoramento das técnicas de manejo”, explica o pesquisador Eduardo Caierão.

O objetivo de apresentar futuros lançamentos é avaliar a aceitação do produtor. Durante a visita é entregue um questionário onde o produtor ou assistência técnica atribui notas para diferentes características apresentadas pelas plantas. Os resultados são tabulados e servirão de balizador na tomada de decisão para o lançamento das cultivares, junto com a validação de características agronômicas. 

A Cotricampo, cooperativa com sede em Campo Novo, RS, trouxe uma equipe do departamento técnico até a Embrapa Trigo para conhecer as novidades em genética e manejo em cereais de inverno. Para o presidente Gelson Bridi, é fundamental que a equipe veja o que está vindo no mercado, principalmente de trigo. “Nós olhamos as linhagens aqui e levamos sementes para avaliar na área experimental da Cotricampo, o que permite verificar o desempenho das plantas nas nossas condições de ambiente. O próximo passo é fazer a análise de qualidade no nosso moinho. Assim, o nosso cooperado tem total segurança sobre o que vai plantar e, principalmente, o que vai colher”, conta Bridi.

Para o produtor de sementes Valter Scherer, a genética da Embrapa evoluiu muito nos últimos anos, primeiro com soja e agora com trigo: “Vemos diferenciais importantes nas cultivares de trigo que estão chegando, como sanidade, clico precoce, porte com melhor resistência ao acamamento, alto potencial de produtividade e materiais que podem atender diferentes nichos de mercado. Sem dúvidas, a Embrapa está com um portfólio fantástico”.  

“Precisamos de cultivares com sanidade, produtividade e qualidade. Um tripé difícil de equilibrar, mas acredito que a Embrapa está no caminho”, avalia o engenheiro agrônomo Rodolfo Richter, da Cotricampo. 

Oportunidade na alimentação animal

Para conhecer as novidades em forragens de inverno, um grupo de produtores que trabalham com sistemas integrados (ILPF) no noroeste do Rio Grande do Sul visitou a vitrine da Embrapa Trigo. O que mais chamou a atenção do produtor Ivonei Librelotto, de Boa Vista das Missões, RS, foram as linhagens de cevada para forragem e os trigos de duplo propósito, utilizados para pastejo e posterior colheita de grãos, alternativas desenvolvidas para garantir alimento durante os períodos de maior escassez de pasto, nos vazios outonal e primaveril, com capacidade de ofertar mais energia ao gado, além de maior teor de proteínas. “Nesta visita foi possível avaliar como o produtor pode gerar renda no inverno, sem prejudicar o verão. Pelo contrário, a demonstração do crescimento das raízes dos cereais de inverno, com mais de um metro de profundidade, mostrou o efeito destas culturas na melhoria do solo que, certamente, vai impactar de forma positiva na lavoura de verão”, avalia o produtor. 

Reduzindo custos

A aposta da ZT Sementes, com sede em Cruz Alta, RS, foi a cultivar BRS Belajoia. “Conhecemos a cultivar no ano passado e achamos interessante a proposta de melhor sanidade para reduzir custos. Com duas lavouras em multiplicação de sementes do BRS Belajoia, pudemos confirmar o padrão fitossanitário nesta safra”, conta o produtor Tomás Scapin. 

Nos 30 hectares com a cultivar, a expectativa é chegar até a colheita com apenas uma aplicação de fungicida, somente no espigamento, já que não foi necessário fazer aplicações no desenvolvimento vegetativo. “Se o clima continuar seco, afastamos o risco de giberela e a necessidade de gastar com fungicidas a partir de agora”, avalia Tomás, calculando o custo de produção na lavoura de sementes de BRS Belajoia entre R$ 800 a R$ 1.000 por hectare, considerado pequeno frente ao potencial produtivo da lavoura estimado em, no mínimo, 60 sacas por hectare.

De acordo com Giovani Faé, analista de transferência de tecnologia da Embrapa Trigo, “dizer que o cultivo de inverno não é rentável é um mito a ser combatido”. Ele exemplifica com as altas cotações do leite e a oportunidade de aumentar o rendimento com o uso do trigo de duplo propósito: “Considerando a produção de leite em pastejo durante o ciclo do trigo de duplo propósito, na média de 6 mil litros de leite por hectare ao longo de 130 dias, com o preço de R$ 1,50 o litro, são R$ 9 mil por hectare. Isso representa a renda obtida com 80 sacos de soja por hectare. É preciso saber intensificar o sistema de produção para gerar renda o ano todo”.

Para conhecer as cultivares de inverno da Embrapa visite um dos 74 parceiros identificados no mapa:

https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?mid=1eEBQedimim49_GHHQyTF8hfE4eAnxEv5&ll=-29.51773893353371%2C-53.31471394999999&z=7

Foto: Joseani Antunes

Joseani Antunes (MTb 9693/RS)
Embrapa Trigo

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Confira os eventos on-line sobre ILPF que foram realizados no último mês – 13/10/2020

 Seminário Técnico Virtual: Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária – 17 a 23/09

O evento contou com a disponibilização prévia de vídeos em uma página especial e com uma mesa redonda transmitida ao vivo na qual houve interação com o público e respostas aos questionamentos.

https://www.embrapa.br/agropecuaria-oeste/eventos/seminario-virtual

 

Série de Palestras Técnicas – Associação Rede ILPF – 22/09

Nesta live, o pesquisador da Embrapa e presidente do Conselho Gestor da Rede ILPF, Renato Rodrigues, fala sobre a atuação da Associação Rede ILPF e sobre a adoção da tecnologia no Brasil. A entrevista é conduzida pela pesquisadora da Embrapa Floresta Cristiane Reis e pelo chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão, Elcio Guimarães.

https://www.youtube.com/watch?v=0AIDsLDUj_c

 

Conecta Sebrae Agrolab Amazônia – 22 a 24 de setembro

Painel sobre integração lavoura-pecuária-floresta

O painel contou com a participação do ex-ministro Alysson Paolinelli, do presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço e do produtor rural de Rondônia Giocondo Vale. A moderação foi do pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril Flávio Wruck.

https://m.youtube.com/watch?v=t8XBhvToIrw

 

Benefícios da ILP e da ILPF – 22/09

Live promovida pela Emater-MG com participação de Ramon Costa Alvarenga ,  pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, e de Sérgio Brás Regina, coordenador técnico estadual de Culturas da Emater-MG.

https://www.youtube.com/watch?v=1UF79YbWG44

 

Webinar – Múltiplo uso da gliricídia como tecnologia agropecuária – 28/09

Seminário realizado em 28/09, com a participação de Joaquim Costa, pesquisador da Embrapa Cocais, e Evandro Muniz e Samuel Souza, respectivamente, pesquisador e analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros.

https://www.youtube.com/watch?v=0MYLF6zxX5Q

 

Seminário sobre resultados dos experimentos de ILPF da Embrapa Agrossilvipastoril – 6 a 8/10

Restrito inicialmente para pesquisadores da Embrapa, parceiros dos experimentos e convidados, o conteúdo do seminário pode ser acessado por todos os interessados no endereço https://www.embrapa.br/agrossilvipastoril/eventos/seminario-resultados-ilpf.

Além da gravação dos três dias de evento, estão disponíveis apresentações completas sobre resultados dos componentes lavoura, pecuária e floresta em experimentos focados na pecuária de corte e de leite, além de dados sobre ciência do solo, sanidade vegetal, saúde animal, microclima, carbono e gases de efeito estufa.

O trabalho da pesquisa agropecuária na Pandemia é tema da Expointer – 02/10/2020

 

O Chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Roberto Pedroso de Oliveira, representou o Presidente da Embrapa, Celso Moretti, na Expointer Digital 2020. Foram apresentadas as contribuições da Empresa para o setor e o que está projetado para os próximos anos na pesquisa agropecuária no Brasil. Roberto Pedroso de Oliveira palestrou no seminário O agronegócio brasileiro no Pós-Pandemia: Perspectivas para 2021, com destaque especial  para o lema da Embrapa Agricultura movida à Ciência.
 
Ele discorreu sobre o desempenho da agropecuária brasileira durante o cenário de pandemia, como está a estrutura e o planejamento da Embrapa em suas atividades, especialmente em projetos em desenvolvimento e projetos para o futuro da Empresa.
 
Ele também focou na questão da demanda mundial de alimentos e o potencial brasileiro para as próximas décadas. “Temos a possibilidade, como país, através do desenvolvimento da pesquisa agropecuária, de aumentar em 41% a produção de alimentos”, disse. Para ele, o Brasil permanecerá como celeiro do planeta, à frente de outros países, em razão da sua disponibilidade de água e dos seus recursos naturais preservados.
 
“A Embrapa  contribuiu para que  a soja do Brasil não necessitasse de adubo nitrogenado. Em 2019, deixamos de emitir 100 milhões de toneladas de CO2 equivalentes. Além disso, durante a pandemia todos os cultivos aumentaram suas curvas de produção e produtividade, e estudos da Empresa  demonstraram que o país conserva cerca de 66,3% da sua mata nativa, o dobro de preservação, se comparada à produção dos países da União Europeia”, explicou. 
 
Segundo o chefe-geral da Unidade de Pelotas, durante o ano de 2019 a Embrapa alcançou cerca de 2.350 eventos presenciais e atualmente diante da pandemia está apostando em eventos virtuais, como as lives. “Nosso retorno em eventos presenciais se dará em fevereiro de 2021, quando em parceria com a Federarroz e o Irga, vamos realizar a 31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, na Estação Experimental de Terras Baixas”, confirmou.
 
A transmissão ocorreu dia 29 de setembro, e você pode rever pela plataforma online da Expointer Esta edição é a primeira Expointer virtual, organizada pelo Governo do Rio Grande do Sul.
 
Contribuições da Embrapa
 
300 cultivares de soja
150 cultivares de arroz
78 programas de melhoramento genético vegetal e animal
maior banco genético da América Latina e o quinto maior do mundo (110 mil acessos de 800 espécies)
196% de aumento da produtividade das lavouras
2 milhões de hectares de cultivos de frutíferas e 6 milhões de agricultores nestas atividades (97% de consumo nacional de frutas)
26% de aumento de produção de carne
16 milhões de hectares implantados de ILPF em todo o país
250 bancos de conservação de eucaliptos e pomares de sementes
Cada R$1,00 investido em pesquisa, a Embrapa gerou R$ 12,29 para sociedade
 
 
Cristiane Betemps (MTb 7418/RS)
Embrapa Clima Temperado

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Telefone: (53) 3275-8508

Funai e Embrapa firmam acordo para atuação conjunta em Terras Indígenas – 30/09/2020

Marcelo Xavier, presidente da Funai, assina o acordo de cooperação com a Embrapa

A Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) formalizaram nesta terça-feira (29) um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para o desenvolvimento das cadeias produtivas e conservação da biodiversidade nas Terras Indígenas. O ACT prevê a atuação conjunta entre unidades descentralizadas das duas instituições em comunidades indígenas nos estados do Acre, Roraima, Mato Grosso, Tocantins, Bahia, Alagoas, Sergipe e Pernambuco.

Ao assinar o documento, o presidente da Funai, Marcelo Xavier, ressaltou que o acordo vai viabilizar a realização de ações conjuntas voltadas para a implementação da Politica Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) e dos objetivos do desenvolvimento sustentável. “Em especial, a promoção de pesquisas, fomento e extensão no âmbito de iniciativas produtivas dos povos indígenas. É uma iniciativa muito importante que traz dignidade e irá resultar em geração de renda para as comunidades indígenas. Isso mostra o compromisso da nova Funai com os povos indígenas de todo o Brasil”, pontuou. 

O presidente da Embrapa, Celso Moretti, diz que o novo acordo de cooperação complementa os projetos iniciados em 2018 pela Embrapa Acre e pela Funai, sempre com resultados importantes para as populações indígenas naquele Estado. “Agora vamos ampliar para outras regiões, envolvendo outras comunidades e centros de pesquisa da Empresa. Temos interesse em continuar desenvolvendo tecnologias sustentáveis para os povos indígenas, sempre respeitando os conhecimentos tradicionais e a cultura de cada etnia”, afirmou.

“Da parte da Embrapa, vamos disponibilizar equipes técnicas, com especialidade em diferentes áreas do conhecimento, as estruturas laboratoriais para promover pesquisas a partir de demandas de cada comunidade, compartilhar conhecimentos e soluções tecnológicas adaptadas à cada realidade, com o objetivo de garantir a segurança alimentar, fortalecer cultura e potencializar as iniciativas produtivas ali encontradas”, explicou Eufran Amaral, chefe-geral da Embrapa Acre. Paralelamente, serão promovidas capacitações junto aos servidores da Funai, lideranças indígenas e outros parceiros envolvidos.

Outro objetivo do acordo é o de agregar parceiros que ajudem na implementação e execução das ações de forma célere. “Nós precisamos de parceiros como a Embrapa, que tem uma atuação em nível federal, para que nós tenhamos celeridade no atendimento dos indígenas, não só por meio de assistência técnica, mas também a execução dos planos, o monitoramento das ações e a execução dos projetos. Tudo que envolve a Embrapa e a Funai em uma sinergia muito forte para o atendimento direto das comunidades indígenas”, destacou Xavier.

As ações propostas pelo ACT já haviam sido realizadas de maneira pioneira por algumas unidades regionais da Funai em parceria com unidades da Embrapa. “Dessa forma, ambas as instituições têm a expectativa de que estas ações contribuam efetivamente para a conservação da biodiversidade, dos recursos genéticos, da agrobiodiversidade, dos modos de vida tradicionais e do uso sustentável de outros territórios indígenas”, pontua o coordenador-geral de Etnodesenvolvimento da Funai, Juan Felipe Negret Scalia.

Com prazo de vigência de cinco anos, e renovação por igual período, o ACT possibilita a adesão de novas unidades da Funai e da Embrapa durante a vigência, com a elaboração de Planos de Trabalho específicos, conforme as demandas dos povos indígenas junto às instituições parceiras. As ações previstas são as seguintes, conforme as características de cada etnia e sua respectiva Terra Indígena:

Acre

Terras Indígenas Rio Gregório e Puyanawa: 

  • capacitar agricultores indígenas em Sistemas Agroflorestais (SAFs); 
  • realizar o levantamento de solos e recursos genéticos locais de uso alimentar e medicinal; 
  • realizar de oficinas de boas práticas de produção de farinha; 
  • desenvolver mecanismos de conservação de recursos genéticos in situ.

Roraima

22 aldeias dos povos Taurepang, Wapichana, Macuxi e Ingaricó:

  • capacitar agricultores indígenas em tecnologias de produção sustentável (bancos de sementes crioulas, sistemas integrados de produção, composteira, horta, pomar, viveiros de mudas de espécies florestais, fossa séptica biodigestor); 
  • estruturar cadeias produtivas locais e regionais (mandioca, café, aves caipiras).

Mato Grosso

Povos Paresi, Nambikwara e Irântxe:

  • capacitar 50 agricultores indígenas em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e demais tecnologias do Programa ABC voltadas a grandes culturas. 

Tocantins

Povo Krahô e 4 aldeias do Parque Indígena do Xingu: 

  • realizar cursos de capacitação e implementar mecanismos de conservação de recursos genéticos in situ; 
  • estruturar cadeias produtivas locais e regionais (produtos florestais não madeireiros, hortaliças tradicionais, gado curraleiro, fruticultura, dentre outras); 
  • promover feiras e encontros de trocas de sementes; 
  • elaborar catálogo da agrobiodiversidade na TI Krahô; 
  • estudar a diversidade genética do milho, mandioca e amendoim em aldeias do Parque Indígena do Xingu; 
  • documentar o trabalho dos guardiões da agrobiodiversidade.   
  • Bahia e Pernambuco

Povo Atikum e 9 Terras Indígenas do semiárido

  • capacitar agricultores indígenas em diversas tecnologias de produção sustentável (bancos de sementes crioulas, sistemas de reuso de água, campos de sementes).
    Alagoas, Sergipe e Pernambuco

Povos Wassu-Cocal, Caiçara e Tingui-Botó: 

  • desenvolver a marca coletiva para o mel cultivado pelos indígenas do Nordeste; 
  • promover a conservação dos recursos genéticos e dos Sistemas Agrícolas Tradicionais indígenas.
     
     
    Secretaria de Inteligencia e Relações Estratégicas (Sire)

Foto: Hugo Ribas dos Santos

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Telefone: (61) 3448-4285
Assessoria de Comunicação da Funai

Soluções para manejo de ILPF serão apresentadas durante simpósio em novembro – 30/09/2020

Estão abertas as inscrições para o VI Simpósio de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) do estado de São Paulo. O evento virtual, que ocorre nos dias 19 e 20 de novembro, vai apresentar e discutir soluções e conhecimentos para o adequado manejo desses modelos de produção.

O simpósio é organizado pela Embrapa Pecuária Sudeste e Grupo de Estudos Luiz de Queiroz (GELQ – Esalq/USP).

“Nesta edição, vamos ter a participação de grandes especialistas apresentando os mais recentes avanços da pesquisa com culturas, pastagens, florestas e animais em sistemas integrados. Teremos também um módulo para discutir certificação destes sistemas, pois a pastagem e floresta acumulam uma grande quantidade de carbono no solo, e compensam a emissão de metano pelos animais, tornando os sistemas integrados muito eficientes na mitigação da emissão dos gases de efeito estufa”, conta o pesquisador Alberto Bernardi, da Embrapa Pecuária Sudeste, coordenador técnico do evento.

No primeiro dia, 19 de novembro, a partir das 16 horas, pesquisadores renomados vão falar sobre opções de forrageiras para ILPF, manejo do componente florestal, novas tecnologias nas culturas do milho e sorgo em ILPF e benefícios da sombra nos sistemas integrados. Já na sexta-feira, 20 de novembro, as discussões serão em torno do componente animal – desempenho dos bovinos, bem-estar e conforto térmico. Os debatedores também vão tratar de temas relacionados à sustentabilidade da ILPF – estratégia de mitigação às mudanças climáticas, certificação de propriedades e acesso a finanças verdes. Além disso, a dinâmica da matéria orgânica do solo nesses sistemas será discutida pelos especialistas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

 

Serviço
VI Simpósio de ILPF do Estado de SP
Data: 19 e 20 de novembro de 2020
Horário: 16h às 19h
Local: virtual
Inscrições e mais informações: clique aqui

Foto: Juliana Sussai 
Gisele Rosso (Mtb 3091/PR)
Embrapa Pecuária Sudeste

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pecuaria-sudeste.imprensa@embrapa.br

Novo fundo internacional financiará fazendas de ILPF conforme índices certificados de sustentabilidade – 29/09/2020

Os agricultores brasileiros, que adotam estratégias de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), terão acesso a linhas de crédito facilitadas de acordo com o nível de sustentabilidade das propriedades rurais. O lançamento do SAFF – Sustainable Agriculture Finance Facility (Financiamento Facilitado para Agricultura Sustentável) ocorreu nesta terça-feira, 29 de setembro.

O SAFF é o primeiro mecanismo financeiro constituído pela Rede ILPF que visa promover a maior adoção de sistemas ILPF no Brasil. A iniciativa é uma parceria público-privada entre Embrapa, Bradesco, Ceptis, Cocamar, John Deere, Soesp e Syngenta,  que formam a Associação Rede ILPF, além do Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento e Sustenabilidade (IABS) e JPG Asset Management.

O primeiro critério para acessar o fundo será o monitoramento e a aprovação da propriedade pela sistemática TrustScore. Isto é, apenas as fazendas que alcançam uma pontuação mínima é que poderão obter o financiamento. Depois, quanto maior índice de sustentabilidade no TrustScore, menores serão os juros para fazendas que produzem com estratégias de ILPF.

A tecnologia TrustScore é brasileira, inovadora e foi desenvolvida pela Ceptis Agro para medir a sustentabilidade das fazendas produtoras. O SAFF disponibilizará cerca de US$ 68 milhões no primeiro ano, sendo US$ 62 milhões em crédito para o produtor e US$ 6 milhões para financiamento de programas de certificação, pesquisa, transferência de tecnologia assistência técnica e certificação. O incremento ao fundo acontecerá progressivamente, ano a ano, podendo chegar a US$ 1,4 bilhão em 2026.

O SAFF foi um dos projetos selecionados em 2020 pela Global Innovation Lab for Climate Finance (Lab), um programa de aceleração de opções de investimento que mobilizem recursos para o desenvolvimento sustentável em mercados emergentes. O objetivo é ampliar a adoção da ILPF no Brasil por meio de uma combinação de linhas de crédito acessíveis, certificação e assistência técnica especializada.

O projeto-piloto será implantado até julho de 2021 e vai abranger propriedades de sete estados brasileiros: Paraná, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, totalizando 90 mil hectares.

“Hoje, o Brasil possui 16 milhões de hectares com sistemas ILPF e a nossa meta é chegar a 30 milhões até 2030. O SAFF, sem dúvidas, será uma ferramenta importante para conseguimos sucesso nesse objetivo”, explica o pesquisador da Embrapa e presidente do Conselho Gestor da Rede ILPF, Renato Rodrigues.

A ILPF é uma estratégia que combina diferentes culturas em uma mesma área de produção, o que resulta em benefícios diretos para o produtor e para o meio ambiente, como a redução da emissão de gases de efeito estufa, o uso eficiente do solo e insumos, a restauração de pastagens degradadas e preservação da biodiversidade. José Pugas, sócio da Ceptis Agro, avalia que a criação do SAFF vai estimular os produtores que querem fazer a integração em suas fazendas.

“O SAFF busca facilitar o acesso a crédito e disponibiliza outros benefícios para o produtor, fazendo com que ele consiga melhorar cada vez mais a sustentabilidade da sua produção, em menos tempo”, disse.

Para verificar o cumprimento dos critérios de sustentabilidade das propriedades, Rede ILPF, por meio da Ceptis Agro, que é uma de suas associadas, usará o TrustScore como a tecnologia que será utilizada para medir e monitorar a conformidade das fazendas. O TrustScore é uma ferramenta de MRV (Monitoring, Reporting and Verification) para finanças verdes no agronegócio. O sistema é inovador e o único capaz de verificar e acompanhar, em tempo real, mais de 120 critérios ambientais, econômicos e sociais das propriedades.

“Na prática, quanto maior foi a adesão do produtor aos indicadores de sustentabilidade verificados pelo TrustScore, melhores serão as condições para empréstimo e financiamento do SAFF”, explica Pugas.

Futuramente, os agricultores que utilizam a ILPF poderão pagar parte de seus empréstimos por meio da emissão de créditos de carbono, que serão avaliados e comercializados pelo SAFF ou absorvidos pelos investidores finais.

“O SAFF vai além de uma modalidade de financiamento, é principalmente uma forma de estimular a prática da agricultura sustentável por meio das condições facilitadas ao crédito, exclusivamente para os produtores que são verdadeiramente comprometidos com uma produção de impacto mínimo ao meio ambiente”, explica Pugas.

De acordo com estudos realizados para a criação do fundo, a implementação pode mitigar a emissão de 2,5 milhões de toneladas de gás carbônico em 10 anos.

Lab – Global Innovation Lab for Climate Finance

A criação do SAFF foi endossada pelo Lab, uma iniciativa que reúne mais de 60 investidores públicos e privados que identifica, desenvolve e lança instrumentos financeiros inovadores que podem atrair bilhões para o enfrentamento das mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável. Desde 2014, o Lab lançou 49 instrumentos que mobilizaram em conjunto mais de US$ 2 bilhões. O gerenciamento do Lab é feito pelo Climate Policy Initiative, uma organização de análise e consultoria que reúne mais de 90 pesquisadores e tem como missão ajudar governos, empresas e instituições financeiras a impulsionar o crescimento econômico enquanto enfrentam as mudanças climáticas.

ILPF

A integração lavoura-pecuária-floresta é uma tecnologia brasileira, desenvolvida e aprimorada pela Embrapa e universidades. Adaptável a qualquer realidade no campo, pode ser utilizada combinando lavoura e pecuária, pecuária e floresta, lavoura e floresta, ou ainda os três componentes juntos. 

A Embrapa desenvolve pesquisas e atividades de transferência de tecnologia sobre sistemas ILPF em todas as regiões do país. Saiba mais sobre essa tecnologia em www.ilpf.com.br.

 

Assessoria de imprensa
Embrapa Agrossilvipastoril

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Projeto Trijunção produz carne com baixa emissão de carbono – 29/09/2020

Na próxima quarta-feira, dia 30 de setembro, será realizado, em Muquém de São Francisco, na Bahia, o abate do primeiro lote de bovinos criados para a produção de carne com baixa emissão de carbono (CBC). 

Essa é uma das ações desenvolvidas pelo Projeto Trijunção, uma parceria da Embrapa com a Fazenda Trijunção, localizada em Cocos-BA, região sul do Matopiba.

O Projeto Trijunção foi iniciado em dezembro de 2017 e é coordenado pela pesquisadora Flávia Santos, da Embrapa Milho e Sorgo, de Sete Lagoas-MG.  Como os solos arenosos são predominantes nas áreas do projeto, as linhas de pesquisa são multidisciplinares e transversais de forma a atender às demandas da região. 

Assim, o principal objetivo desse projeto é o desenvolvimento de práticas sustentáveis que permitem a intensificação da produção em solos arenosos, áreas consideradas como a última fronteira agrícola do País, mas muito vulneráveis à degradação.

Para a produção de gado de corte, está sendo validado o protocolo Carne Baixo Carbono (CBC), que valoriza os sistemas pecuários sustentáveis, capazes de mitigar o metano emitido pelo rebanho durante seu ciclo produtivo, por meio da incorporação de carbono no solo.

Esse protocolo faz parte de um conjunto de protocolos, como o da Carne Carbono Neutro (CCN), lançado no mercado no último mês de agosto, que constituem a Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono, uma iniciativa da Embrapa para contribuir com as estratégias do Plano ABC frente aos desafios dos cenários de mudanças climáticas, segundo Roberto Giolo, da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande-MS, líder da Plataforma.

Práticas adequadas de manejo do pastejo e fertilização foram algumas das alternativas utilizadas, numa área de 85 hectares de pastagem recuperada, para recria e terminação de machos da raça Nelore. Permaneceram durante cerca de um ano nessa área 119 animais para monitoramento. Outros animais da fazenda entravam e saíam mediante a necessidade de ajuste de carga em função do crescimento do pasto.

A pesquisadora Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, Bagé-RS, responsável pela implantação e condução desse experimento na fazenda, explica que foram adotadas todas as diretrizes do protocolo CBC.

Animais com idade média de 10 meses foram monitorados por cerca de um ano e obtiveram, em sistema de pastejo rotacionado, mais de 50% do seu peso vivo em pasto neste sistema.  Todos os preceitos de um bom manejo de pastagens foram utilizados, ou seja, realização de monitoramento de altura, ajuste de carga, adubação adequada à demanda das plantas forrageiras e ao nível de intensificação do sistema, bem como adoção do protocolo de Boas Práticas Agropecuárias. Essas são exigências do protocolo CBC.

Em média, os animais do protocolo CBC ganharam 154 kg em pasto e foram para o confinamento com 23 kg a mais do que os 72 animais monitorados como testemunhas, em outra área sob manejo tradicional da fazenda, permitindo que animais CBC chegassem mais rapidamente ao peso de abate no confinamento, segundo Márcia.

Mediante manejo do pastejo por altura, na área do experimento, a cobertura vegetal do solo foi mantida acima de 80%.  Essa cobertura visa contribuir com palhada para a matéria orgânica do solo e a retenção de carbono no sistema. Resultados iniciais já mostram um estoque de 29,2 toneladas de carbono até a profundidade de 40 cm do solo. Valor este superior ao encontrado no Cerrado nativo e em pastagem sob manejo extensivo, que é fruto do manejo de recuperação da pastagem e que será monitorado ao longo dos anos.

Allan Figueiredo, gerente administrativo da Fazenda Trijunção, está otimista com os resultados alcançados até o momento.  Na área do experimento, por exemplo, Allan diz que houve um aumento de quatro vezes na taxa de lotação de animais no pasto e uma reserva maior de biomassa para a estação seca. Para ele, com esse sistema, seria possível aumentar a produção de carne de forma mais limpa e sustentável, sem a necessidade de abertura de novas áreas, e ainda mitigando em 30% os gases de efeito estufa emitidos pelos animais.

Como no Brasil a produção de carne é fortemente embasada em pastagens extensivas, a pesquisadora Márcia Silveira acredita que o Projeto Trijunção, por meio da condução dessa que é a Primeira Unidade de Referência Tecnológica em Carne Baixo Carbono da Embrapa, pode ser uma oportunidade para demonstrar a importância da recuperação e otimização das áreas de pastagens para produção animal de forma sustentável.

De acordo com o gerente Allan Figueiredo, os avanços com a certificação e bonificação serviriam também como incentivo para os pecuaristas adotarem o sistema.  Ele conclui que o Brasil, “tendo a maioria de seu rebanho criado em pastagens, pode ser líder mundial da produção de CBC, elevando a produtividade por área, aumentando lucratividade e mitigando impacto ao meio ambiente, assunto tão pertinente em dias atuais. É o primeiro passo no caminho da eficiência produtiva que coloca na conta a qualidade do ambiente, que fica de legado para as próximas gerações. Esse é o único destino possível da pecuária”.
 
Foto: Embrapa – Trijunção – arquivo 
José Heitor Vasconcellos (MTb 12914/RJ)
Embrapa Milho e Sorgo

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Especialistas discutem usos da gliricídia em evento online – 24/09/2020

 

Especialistas da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) e Embrapa Cocais (São Luís, MA) discutem na segunda (28) os diversos usos da leguminosa gliricídia em sistemas integrados de produção agropecuária.

O seminário digital ‘Múltiplo uso da gliricídia como tecnologia agropecuária’ integra a série de webinars promovidos pelo Grupo de Inovação em Sistemas Integrados de Produção (Gintegra), que reúne especialistas da Embrapa, Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Com início às 18h (horário de Brasília) e transmissão ao vivo pelo canal Gintegra no YouTube, o evento conta com a participação de Joaquim Costa, pesquisador da Embrapa Cocais, e Evandro Muniz e Samuel Souza, respectivamente, pesquisador e analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros.

Gliricídia
Gliricidia sepium tem demonstrado grande potencial como fornecedora de nitrogênio ao solo, podendo substituir total ou parcialmente o uso de fertilizantes nitrogenados. Vinda do México e América Central, essa planta possui elevada concentração de nitrogênio nas folhas e permite a fixação simbiótica desse nutriente ao solo por meio de bactérias existentes em suas raízes.

Trabalhos desenvolvidos nos últimos anos por pesquisadores da Embrapa têm reforçado essa capacidade da leguminosa de melhorar a fertilidade e fixar nitrogênio ao solo, tornando-se um componente de alto potencial e grande valor para a composição de sistemas de produção em Integração Lavoura – Pecuária – Floresta (ILPF), especialmente em regiões mais quentes e com menos chuvas.

A gliricídia apresenta teores de proteína em torno de 23% e produz até 70 quilos de matéria verde por ano. É considerada por produtores uma espécie de “ouro verde” para as regiões secas e quentes. É resistente a climas rigorosos e pode ser usada para recuperar e manter a temperatura do solo, além de servir como cerca viva. 

Na alimentação de ovinos e bovinos, situações em que é altamente recomendável, essa leguminosa consegue reduzir em 70% o uso do farelo de soja, que representa elevado custo na ração animal.

 
 
Saulo Coelho (MTb/SE 1065)
Embrapa Tabuleiros Costeiros

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ILP e ILPF são temas de Live terça-feira, 22 de setembro – 21/09/2020

Os benefícios da Integração Lavoura-Pecuária e da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta são temas da live da Emater Minas, dia 22 de setembro, terça-feira, às 15 horas.

Com a participação de Ramon Costa Alvarenga ,  pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, e de Sérgio Brás Regina, coordenador técnico estadual de Culturas da Emater-MG.

Assista pelo canal da Emater Minas 

no YouTube https://www.youtube.com/c/MinasRuralEmaterMG

 

 

Foto: Sandra Brito

Sandra Brito (MTb 06230 MG)
Embrapa Milho e Sorgo

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