Biosseguridade, destinação de animais mortos, potencial agronômico de dejetos, cultivares e ILPF são destaques da Embrapa no Tecnoeste – 14/02/2020

Na próxima semana, de 18 a 20, os visitantes do Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense – Tecnoeste poderão conferir algumas das tecnologias e pesquisas desenvolvidas pela Embrapa, além de participar de mini palestras, realizadas gratuitamente no espaço da Avicultura. Nesse espaço ficará concentrado também o institucional da Embrapa, onde o foco principal está na atuação nas cadeias produtivas de aves e de suínos, bem como as soluções de meio ambiente.

Na suinocultura, a Embrapa apresenta a genética suína MS 115 – Reprodutor Suíno Light. Esse suíno apresenta um percentual de carne na carcaça acima de 62%, reduzida espessura de toucinho e ótima conformação, com excelente concentração de carne no pernil, lombo e paleta. Seu desempenho é destacado especialmente pela conversão alimentar (2,19 kg de ração/kg de peso vivo), característica importante para o retorno econômico da criação de suínos. O MS115 se adapta a todo o território nacional. Ele também é livre do gene halotano, o que confere maior resistência ao estresse e uma capacidade de produzir carne de melhor qualidade.

No espaço de parcelas, a Embrapa apresenta cultivares de soja, sorgo e capim. As cultivares são tecnologias da Embrapa Trigo, unidade localizada em Passo Fundo/RS. As cultivares são de Soja BRS 5601 RR, Soja BRS 5804 RR, Soja BRS 6203 RR, Sorgo BRS 330, Sorgo BRS 658, Capim-Sudão BRS ESTRIBO e Capim Elefante Anão BRS KURUMI. Outra destaque da Embrapa no Tecnoeste é com a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

Mini palestras
Durante os três dias, técnicos da Embrapa realizarão mini palestras sobre temas que abrangem a avicultura e a suinocultura. A entrada é gratuita. Confira os temas e horários:

• Dia 18/02
14 horas: Biosseguridade da avicultura

• Dia 19/02:
10h30: Biosseguridade da avicultura
14h30: Tecnologias para a destinação de animais mortos na granja

• Dia 20/02:
11 horas: Potencial agronômico dos dejetos de suínos e aves
 
Monalisa Leal Pereira (MTb/SC 01139)
Embrapa Suínos e Aves

Vitrine Embrapa valoriza integração Lavoura-Pecuária na Abertura Oficial da Colheita do Arroz – 13/02/2020

BRS Kurumi é uma das pastagens em destaque para integração Lavoura-Pecuária

Durante a 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, realizada de 12 a 14 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), no Capão do Leão/RS, pesquisadores e analistas apresentam opções de pastagens de verão desenvolvidas pela Embrapa para uso na rotação com as lavouras, principalmente de arroz e soja.

Em exposição na área experimental, parcelas com a variedade de capim elefante BRS Capiaçu, voltada para silagem; e com variedades de pastagens perenes de verão, como o capim elefante-anão BRS Kurumi, os panicuns BRS Zuri, BRS Quênia e BRS Tamani, e a brachiaria BRS RB331 Ipyporã. Além do capim-sudão BRS Estribo, pastagem anual de verão.

Segundo o analista da Embrapa Pecuária Sul (Bagé, RS), Marco Antônio Karam Lucas, a proposta é demonstrar as possibilidades de pastagens de verão que se inserem na integração Lavoura-Pecuária (ILP), principalmente de arroz, integrando pastagens perenes e anuais para garantia de alimento ao gado. “É importante que o produtor tenha, na rotação, além das anuais, espécies perenes. Os animais precisam de comida e, caso ocorra problema com as anuais, é possível fazer pastejo com a perene”, afirmou.

Para as lavouras, os principais benefícios dessa integração são o aumento da produtividade pela ciclagem de nutrientes, estruturação do solo, controle de plantas daninhas e redução de pragas e doenças. A presença dos animais também ajuda na melhoria do solo. “Isso tudo acaba nas lavouras que vêm depois, que se tornam mais produtivas pela melhoria da fertilidade e estrutura do solo”, completou.

Impacto da irrigação

As parcelas das variedades estão divididas em partes irrigadas e não irrigadas, com diferentes cortes, para demonstrar o impacto da irrigação no desenvolvimento das pastagens. De forma geral, todas as cultivares apresentam boa produção. Mas, a irrigação fez diferença no rebrote e no porte das plantas. No caso da variedade BRS Quênia, o rebrote chegou a 30 centímetros em seis dias.

De acordo com o analista da Embrapa Clima Temperado, Sérgio Bender, é importante que o produtor se planeje, já que o manejo correto faz diferença, não apenas no desempenho das plantas, mas também nos índices de proteína. Quanto mais tempo no campo, mais fibra e menos quantidade de proteína. A irrigação, segundo ele, também é um diferencial acessível para regiões de terras baixas. “Se tens terras baixas, pode plantar arroz. E se dá para plantar arroz, tem água”, concluiu.

Movimentação

As visitas ao espaço ocorrem pela manhã, durante os três dias de evento. Segundo o bolsista da Embrapa Wagner Couto, que também está atendendo no espaço, as informações mais buscadas pelos produtores são sobre teores de proteína dos materiais, palatabilidade, manejo, irrigação e resistência a áreas alagadas. “Todos os que estão vindo aqui são pessoas realmente interessadas no tema”, disse.

É o caso do produtor do município de Cachoeira do Sul, Carlos Augusto Wachholz. Em sua propriedade, o carro-chefe é o arroz, com 260 hectares cultivados. Mas, ele também investe em soja e pecuária. No espaço, esteve procurando por alternativas para maior lotação animal no verão, de maneira a dar maior condição à pecuária nessa época do ano. A ideia é reduzir a área de arroz para o cultivo de pasto na várzea. “Fiquei bem impressionado com as pastagens. Esse poder de rebrote. Acho que é uma ótima alternativa para o nosso caso”, concluiu.

Foto: Paulo Lanzetta 

Francisco Lima (13696 DRT/RS)
Embrapa Clima Temperado

Contatos para a imprensa
lima.francisco@gmail.com
Telefone: (53) 3275.8206

Ministro húngaro da Agricultura visita Banco Genético – 07/02/2020

István Nagy conheceu o Banco Genético da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e anunciou intenção de firmar cooperação técnica com o Brasil nos próximos meses

O ministro da Agricultura da Hungria, István Nagy, conheceu nesta quarta-feira (5) o Banco Genético da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, acompanhado do presidente em exercício da Embrapa, Cleber Soares, da chefe da Unidade, Cleria Inglis, e do chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Guy de Capdeville. O encontro teve como objetivo apresentar o trabalho de preservação de recursos genéticos feito pela Empresa. Também integraram a delegação húngara o secretário-adjunto das Relações Internacionais do ministério húngaro, Zsolt Belánszky-Demkó, da assessora política Borbála Bekes, o embaixador da Hungria, Zoltán Szentgyörgyi, e o conselheiro da embaixada Gyula Misi.

“Não temos um centro de pesquisa com esse nível na Hungria”, afirmou Nagy assim que conheceu os laboratórios do Banco Genético. “Vocês aqui trabalham inclusive com microrganismos, o que para nós é muito importante, pois nas últimas décadas a intensificação da agropecuária húngara provocou a diminuição da fertilidade dos nossos solos, além dos efeitos das mudanças climáticas”, complementou.

Cleber Soares reforçou que, além de preservar e conservar os recursos genéticos brasileiros, a Embrapa  investe muito em agricultura de base ecológica, um caminho para equilibrar a constante demanda internacional por produção de alimentos e a sustentabilidade do agro nacional. “A agricultura tropical no mundo passou de monocultura para os sistemas integrados e a próxima fase será a de base ecológica”, disse. Ele citou a fixação biológica de nitrogênio (FBN) e a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) como exemplos de soluções. “E parcerias com o governo húngaro serão muito importantes nesse sentido”, sinalizou.

Em outubro do ano passado, a Embrapa assinou um memorando de entendimento com o Centro Nacional de Pesquisa e Inovação Agropecuária (Naik) da Hungria. Criada há pouco tempo, em 2014, a instituição conta com cerca de 200 pesquisadores e 13 institutos vinculados aos temas agricultura e ciência de alimentos, responsáveis por pesquisas relacionadas à biotecnologia (genética animal e vegetal), melhoramento, reprodução e nutrição de animais, aquicultura e pesca, ciência de alimentos, produção de plantas, viticultura e enologia, pesquisa e manejo florestal, mudanças climáticas e biodiversidade, pesquisa e tecnologias agroambientais e engenharia agrícola.

Após a assinatura do documento, o presidente Celso Moretti foi à Hungria e visitou o Naik. Segundo Eliana Covolan, gerente de Relações Estratégicas Internacionais da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire), a parceira com a instituição húngara poderá facilitar a participação da Embrapa nos editais de financiamento de pesquisas na União Europeia, com possibilidade de captar recursos para projetos de interesse comum.

Foram propostas pelo governo da Hungria as seguintes áreas de cooperação para análise da Embrapa:

  • Seleção de espécies de verduras visando atender à produção e comercialização em larga escala, incluindo a produção de sementes de plantio (pimentão, páprica, melão, melancia, bem como pepino, ervilha e variantes de feijão para consumo direto ou beneficiamento);
  • Aplicativo para mensuração do peso de gado bovino;
  • Sistema de monitoramento inteligente para produtores de leite e criadores de bovinos;
  • Softwares administrativos inovadores na agricultura e pecuária;
  • Gestão de metais pesados poluentes em sistemas de irrigação, em fontes hídricas subterrâneas e em cultivo de hortaliças;
  • Criação de um banco genético de carpas, o qual poderia servir como modelo para a criação de bancos genéticos de outras espécies;
  • Produção piscícola de baixo impacto ambiental e de baixo consumo de água que combina sistemas intensivos e extensivos;
  • Integração da piscicultura e agricultura irrigada com foco especial na aplicação de sistemas hidropônicos;
  • Produção e aplicação de ração para peixes composta de matérias primas locais com baixo impacto ambiental;
  • Lançamento de projetos de P&D e de inovação compartilhados para elaboração de tecnologias de criação, reprodução e alimentação de trutas e tilápias;
  • Desenvolvimento de infraestrutura para piscicultura em água doce, na área de reprodução, criação (alevinos) e engorda (sistemas de armazenamento, construção de lagos, eventualmente o estabelecimento e desenvolvimento de sistemas intensivos);
  • Fortalecimento do intercâmbio estudantil e treinamento de empregados na área de aquicultura de água doce.
     

Robinson Cipriano (MTb 1727/88-DF)
Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire)

Contatos para a imprensa
robinson.cipriano@embrapa.br
Telefone: 3448-3266

Embrapa, IFMT e Senar-MT promovem capacitação e dia de campo sobre ILPF em Cáceres – 07/02/2020

Estão abertas as inscrições para o sexto módulo da Capacitação Continuada de Técnicos em Integração Lavoura-Pecuária-Floresta que a Embrapa Agrossilvipastoril promove em conjunto com o Instituto Federal de Mato Grosso (capus Cáceres) e o Senar-MT promovem na região do Pantanal mato-grossense. O curso terá início na próxima quinta-feira, dia 13, no IFMT de Cáceres (MT) e continuará no dia 14 com um dia de campo.

O curso é destinado a profissionais de assistência técnica e extensão rural tanto da iniciativa privada quanto de órgãos públicos, estudantes nos períodos finais de cursos de agrárias e produtores rurais com perfil mais técnico. O objetivo é o de formar, de maneira continuada, um grupo de agentes multiplicadores de conhecimento e tecnologia sobre os sistemas integrados de produção agropecuária.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Embrapa Agrossilvipastoril (www.embrapa.br/agrossilvipastoril). O curso tem carga horária de 12 horas, sendo 8 horas teóricas e 4 horas práticas. Haverá emissão de certificado aos participantes.

Programação

A programação teórica deste sexto módulo da capacitação vai abordar a gestão da propriedade rural, microclima em integração lavoura-pecuária-floresta, implantação e manejo de pastagens em sistemas integrados, análise microbiológica para qualidade do solo, mercado de madeiras em Mato Grosso e a experiência da Fazenda e Haras Terra Boa com ILPF utilizando a teca.

Entre os palestrantes estão pesquisadores da Embrapa e profissionais de instituições e empresas parceiras.

Dia de campo

A capacitação será complementada na sexta-feira com 5º Dia de Campo de Integração Lavoura-Pecuária e Agricultura de Baixo Carbono no Pantanal Mato-grossense. O evento é aberto a todos os interessados e nele serão reforçados temas abordados no dia anterior, com atividade prática e visualização das tecnologias.

As inscrições para o dia de campo também já podem ser feitas online, no link https://www.even3.com.br/5diadecampoilpf/.

Os eventos são realizados pela parceria entre Embrapa e Senar-MT, além do IFMT. Conta ainda com apoio da Rede ILPF, Flora Sinop, Imea, Laboratório Solos e Plantas, Unipasto, Empaer, Unemat, Germipasto e da Fazenda e Haras Terra Boa.

Gabriel Faria (mtb 15.624 MG)
Embrapa Agrossilvipastoril

Contatos para a imprensa
agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br
Telefone: 66 3211-4227

Campo Grande sediará em junho o II Congresso Mundial de ILPF – 04/02/2020

Pesquisadores, professores universitários, estudantes e técnicos já podem submeter seus trabalhos para o II Congresso Mundial sobre Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. O evento será realizado de 22 a 25 de junho de 2020, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande (MS).

Promovido pela Embrapa, Rede ILPF, Semagro e Famasul, o evento será uma oportunidade para troca de experiências e conhecimento, bem como para atualização sobre os mais recentes resultados de pesquisa, desenvolvimento e inovação em sistemas ILPF no mundo.

A programação científica contará com palestras, sessões plenárias, painéis temáticos, excursões técnicas e apresentação de trabalhos em forma de pôsteres.

De acordo com o diretor de Inovação e Negócios da Embrapa e presidente do congresso, Cléber Soares, o principal objetivo do evento é propiciar um fórum de discussão, aprofundamento teórico e aplicações práticas sobre aspectos tecnológicos e de sustentabilidade econômica e ambiental de sistemas agrícolas consorciados que combinem a produção integrada da lavoura, da pecuária e da floresta na mesma área e com uso eficiente de insumos, que são fundamentais para a segurança alimentar no futuro.

“O II Congresso Mundial sobre Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) será uma oportunidade para compartilhamento e discussão, com base científica, dos principais resultados e impactos dos sistemas ILPF no Brasil e no mundo, bem como oportunidades relacionadas a políticas públicas e a certificação de produtos oriundos desses sistemas”, explica a coordenadora local do evento Lucimara Chiari.

Esta segunda edição do congresso ocorre cinco anos após a realização do primeiro evento, em Brasília (DF). Para o pesquisador e CEO da Rede ILP Renato Rodrigues, o novo encontro será uma oportunidade de avançar no debate científico a respeito dos sistemas integrados de produção agropecuária no Brasil e de interagir com experiências de outros países.

“O congresso vai trazer pessoas de fora que vão falar sobre como esses países estão trabalhando sistemas integrados de produção, como está o estado da arte dessa forma de produção nesses países. Isso vai ser interessante para vermos o que podemos aprender com eles, o que podemos transferir de tecnologia, questões de mercado, entre outros assuntos”, afirma Renato Rodrigues.

Submissão de trabalhos

O período para submissão dos trabalhos foi aberto nesta segunda-feira, dia 3 de fevereiro, e vai até o dia 30 de março. Os resumos devem seguir o modelo disponível no site do evento (http://wcclf2020.com.br/), estar em língua inglesa e se encaixar em uma das sete linhas temáticas: 1) Mudança climática, resiliência e adaptação; 2) Emissões de gases de efeito estufa e sequestro de carbono; 3)Sistemas integrados e avaliações de sustentabilidade; 4) Impacto dos sistemas integrados na eficiência do uso de nutrientes e água; 5) Transferência de tecnologia para sistemas integrados; 6) Microclima, paisagem e biodiversidade; 7) Técnicas agrícolas, agricultura de precisão, IoT e inovação;

8) Aspectos econômicos e sociais e agricultura familiar; 9) Rastreabilidade, certificação e conceitos emergentes; 10) Políticas públicas, interações nas cadeias de suprimentos e comércio internacional.

As submissões devem ser feitas no site do congresso e o limite é de dois trabalhos como autor principal para cada participante inscrito.

Inscrições

As inscrições para o II Congresso Mundial sobre Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta já podem ser feitas no site. O primeiro lote é válido até o dia 30 de março e o valor é de R$ 700 para profissionais e R$ 350 para estudantes. De 1º de abril a 15 de junho o valor sobe para R$ 900 e R$ 450, respectivamente, e as inscrições no local serão de R$ 1.000 e R$ 500.

Comissão organizadora

O II Congresso Mundial sobre Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta tem como presidente Cleber Soares (Secretaria de Inovação e Negócios da Embrapa), secretário-executivo Renato Rodrigues (Embrapa Solos) e coordenador local Lucimara Chiari (Embrapa Gado de Corte). A comissão científica é coordenada por Roberto Giolo (Embrapa Gado de Corte) e pelo vice-coordenador Luiz Adriano Cordeiro (Embrapa Cerrados). Participam ainda como membros da comissão organizadora e comissão científica profissionais de outras Unidades da Embrapa, universidades federais, estaduais e privadas do Brasil e do exterior, Institutos Federais, Fundações de Pesquisa, entidades de classe e secretaria de governo.

O Congresso é promovido pela Embrapa, Rede ILPF, Semagro e Famasul e conta com apoio da Fundação MS, UFMS e UFRGS e patrocínio da Soesp.

Prêmio Rede ILPF de Jornalismo

O Congresso Mundial sobre Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta também marcará a entrega do Prêmio Rede ILPF de Jornalismo. O edital encontra-se aberto e os profissionais de imprensa podem inscrever seus trabalhos jornalísticos com a temática ILPF nas categorias imprensa escrita, fotojornalismo, jornalismo em áudio, jornalismo audiovisual e profissionais da Rede ILPF.

O prazo final de submissão dos trabalhos é 15 de maio, pelo site www.ilpf.com.br, no menu editais.
 
Gabriel Faria (mtb 15.624 MG)
Embrapa Agrossilvipastoril

Contatos para a imprensa
agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br
Telefone: 66 3211-4227

Estudo aponta dificuldades e alternativas para adoção da ILP – 04/02/2020

Resultados da pesquisa poderão orientar políticas públicas e projetos de pesquisa para aumentar a adoção da ILP

[zt_testimonial autoPlay=”yes” numSlides=”1″ paging=”yes” controls=”yes”][zt_testimonial_item bgColor=”#f6f6f6″ textColor=”#747474″ name=”” company=”” borderRadius=”4″]

Você vai ler nesta matéria:

• Pesquisa ouviu produtores no Acre, Pará, Mato Grosso e Rondônia sobre a adoção da integração lavoura-pecuária.
• Entre os desafios relatados para a adoção da ILP se destacam: falta de capacitação de mão de obra, dificuldade de obtenção de crédito e logística precária.
• Trabalho detectou desconhecimento sobre as vantagens do sistema.
• Resultados vão subsidiar ações para incentivar a adoção da tecnologia.[/zt_testimonial_item][/zt_testimonial]

Pesquisadores mapearam os principais desafios para adoção dos sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) em quatro estados: Acre, Pará, Mato Grosso e Rondônia. Fatores como a falta de mão de obra capacitada para a lavoura e pecuária, necessidade de elevado investimento inicial, dificuldade de acesso a crédito, problemas estruturais de logística e obstáculos ligados ao mercado estão entre as principais dificuldades relatadas por produtores rurais e profissionais ligados às cadeias produtivas. O trabalho também mostrou quais os caminhos para que os sistemas integrados possam ser mais adotados.

Os resultados vão subsidiar a construção de cenários futuros para ampliar a adoção de sistemas de produção integrada, considerando condições de mudanças climáticas e variações de preços de insumos nessas localidades.

Desconhecimento das vantagens
De acordo com a pesquisa, embora haja entendimento entre os produtores que adotam a tecnologia sobre seus benefícios, a maior parte dos que não fazem ILP desconhecem as vantagens dessa estratégia de produção.

[zt_testimonial autoPlay=”yes” numSlides=”1″ paging=”yes” controls=”yes”][zt_testimonial_item bgColor=”#f6f6f6″ textColor=”#747474″ name=”” company=”” borderRadius=”4″]

Participação internacional
Realizada entre 2015 e 2018, por meio de um projeto executado pela Embrapa, em parceria com as universidades de Boston (UB), Estados Unidos; e Wageningen (WUR), Holanda, a pesquisa teve a participação de produtores rurais, a maior parte pecuaristas, e profissionais considerados formadores de opinião no setor agropecuário nos estados analisados.

Fazem parte do trabalho os pesquisadores Judson Valentim (Embrapa Acre), Júlio César dos Reis (Embrapa Agrossilvipastoril, MT), Joice Ferreira (Embrapa Amazônia Oriental, PA) e Rachael Garret, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETHZ), na Suíça.

[/zt_testimonial_item][/zt_testimonial]

“Conhecer a percepção dessas pessoas em relação às motivações e dificuldades da produção integrada e entender suas perspectivas quanto aos benefícios e impactos desses sistemas é essencial para internalizar a importância dessa forma de produzir e criar mecanismos eficazes para vencer os desafios para adoção dessa tecnologia”, diz a pesquisadora Rachael Garret, professora da Universidade de Boston (BU) à época da pesquisa e atualmente vinculada ao Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETHZ).

Desafios para a adoção
Os resultados também mostraram que os produtores, sobretudo aqueles que já fazem a integração lavoura-pecuária, reconhecem como benefícios da tecnologia o aumento da competitividade e da renda, a maior produtividade do gado e a redução de riscos de mercado. Porém, muitos obstáculos também foram relatados.

Entre os principais desafios para a consolidação da ILP em localidades amazônicas, apontadas pelo estudo, destacam-se as pendências em relação à regularização fundiária e ambiental das propriedades rurais – aspecto que limita o acesso a linhas de crédito rural – a ausência de assistência técnica continuada, o alto investimento inicial necessário para a aquisição de máquinas e implementos agrícolas e a falta de informação sobre esses sistemas.

Infraestrutura é fundamental
Além disso, o estudo mostrou que os elevados preços dos produtos agropecuários e problemas na logística da produção – ocasionados pela precariedade ou ausência de estruturas de armazenamento e pela má condição das estradas para escoamento da produção – também dificultam a adoção da ILP. Os entrevistados mencionaram ainda as limitações agroclimáticas de algumas localidades amazônicas, como a baixa capacidade de drenagem e encharcamento dos solos e o excesso ou escassez de chuvas.

Outro ponto relevante é a questão cultural. Muitos produtores, principalmente os pecuaristas, preferem permanecer em uma única atividade e não assumir o risco de novos financiamentos para iniciar uma atividade incerta.

“Percebemos, nesses atores sociais, certa relutância para adotar sistemas mais complexos como ILP e ILPF. Entretanto, isso não ocorre com produtores com espírito mais inovador. Para incentivar esses perfis de produtores inovadores, muitas barreiras precisam ser quebradas”, informa Joice Ferreira, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental (PA).

Inovação na troca de gerações
A pesquisa mostrou que uma questão-chave para driblar essa dificuldade tem sido a sucessão familiar. De acordo com o relatório final, os filhos que assumem as propriedades tendem a ser mais abertos às novidades. Entre elas, a adoção da integração lavoura-pecuária. Além disso, o acesso à informação e à assistência técnica é fundamental para a maior adoção.

A proximidade com centros de pesquisa e Unidades de Referência Tecnológica também foi apontada como fator motivador para uso da ILP. Os pesquisadores destacam ainda que, de modo geral, no Acre e no Pará as dificuldades para adotar sistemas de produção integrada são semelhantes. Já em Mato Grosso, por ser um estado com forte tradição agrícola e melhor infraestrutura de fornecedores de insumos, armazenagem e transporte, há maior tendência de uso dessa tecnologia.

Mas ao mesmo tempo em que existe um contexto favorável ao uso dessa alternativa de produção, regiões mato-grossenses que se destacam pela tradição agrícola também apresentam limitações para adoção da ILP, devido à garantia de retorno financeiro em monoculturas de soja, milho e algodão.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril, Júlio César dos Reis, os resultados obtidos com pecuaristas de Acre, Mato Grosso e Pará podem servir de parâmetro para toda a Amazônia. Porém, ele acredita que o cenário poderia ser um pouco diferente se abordasse agricultores, ou mesmo pecuaristas de outras regiões.

“No caso de agricultores, o ranqueamento das dificuldades e benefícios poderá divergir daqueles identificados na pesquisa, por serem mais ligados à questão da produção como negócio. Sendo assim, o aspecto cultural importaria menos. Se eles percebem a possibilidade de aumento de ganhos com a ILP, ficam mais propensos a mudar o sistema. Perfil semelhante pode ser encontrado com pecuaristas da Região Sul”, avalia o pesquisador.

Fatores que podem aumentar uso da ILP
De acordo com a pesquisa, a ampliação da adoção da integração lavoura-pecuária passa pela intensificação de ações de pesquisa e transferência de tecnologia e, sobretudo, por medidas no âmbito político e financeiro.

Entre as alternativas recomendadas pelos pesquisadores está a regularização da situação fundiária de um grande número de propriedades rurais; a disponibilidade de crédito mais barato, com maior carência e segurado; aumento no número de Unidades de Referência Tecnológica com ILP e ILPF; capacitação de extensionistas para ampliar os serviços de assistência técnica no campo; melhoria na infraestrutura de estradas rurais e silos; melhor acesso a maquinários e silos públicos; modernização das cadeias de valor, com recompensas aos produtores pela produção sustentável; e fornecimento de incentivos por meio do pagamento por serviços ecossistêmicos e estímulo à mudança de cultura.

“Tínhamos o entendimento de que a deficiência de assistência técnica e o distanciamento da pesquisa científica eram as maiores limitações para uso da tecnologia. Mas o estudo evidencia que contar com linhas de financiamento adequadas é tão importante quanto os demais pontos”, analisa Reis.

Segundo o especialista, os resultados da pesquisa servirão como indicadores da necessidade de mudança nas linhas de crédito existentes, como o Programa ABC, ou de criação de novas modalidades de apoio financeiro à produção.

“Em sistemas ILP e ILPF, o retorno financeiro é gradativo e a capacidade de pagamento do produtor aumenta aos poucos. Seria interessante, então, disponibilizar alternativas de crédito com maior prazo de carência e com parcelas maiores a partir de três ou quatro anos”, declara o pesquisador.

[zt_testimonial autoPlay=”yes” numSlides=”1″ paging=”yes” controls=”yes”][zt_testimonial_item bgColor=”#f6f6f6″ textColor=”#747474″ name=”” company=”” borderRadius=”4″]

ILP proporciona ganhos múltiplos
Estudos desenvolvidos por diferentes Unidades da Embrapa e outras instituições revelam que, ao consorciar culturas agrícolas com a produção pecuária, a ILP proporciona ganhos múltiplos. Esses sistemas utilizam melhor os insumos, aumentam a quantidade de carbono no solo, melhoram a produtividade, produzem mais alimentos com menor emissão de gases de efeito estufa, aumentam a lucratividade, reduzem os riscos e são mais resilientes às mudanças do clima.

Embora exijam maior investimento inicial, os sistemas de ILP proporcionam retorno financeiro mais rapidamente (a partir do quarto ano) quando comparados às produções contínuas de soja e milho (seis anos) ou à pecuária de corte (cinco anos).

De acordo com o pesquisador da Embrapa Acre Judson Valentim, além das vantagens econômicas e sociais, esse tipo de sistema agrega benefícios ambientais.

“Na Amazônia Legal existem cerca de 45 milhões de hectares de pastagens em algum estágio de degradação. No Acre, são aproximadamente 1,8 milhão de hectares de pastagens nessas condições. Com a integração lavoura-pecuária é possível recuperar essas áreas e reduzir a pressão sobre a floresta, permitindo conciliar produção, desenvolvimento econômico e conservação ambiental”, destaca.

[/zt_testimonial_item][/zt_testimonial]

Encaminhamentos
Os resultados da pesquisa serão publicados em diferentes formatos, visando à apropriação por agentes tomadores de decisão. Outra estratégia para ampliar os conhecimentos sobre ILPF é discutir a temática em fóruns e eventos técnico-científicos. O primeiro passo nesse sentido foi dado pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA), no fim de 2019, durante encontro realizado em Brasília (DF), com ênfase em aspectos identificados pela pesquisa que podem ser trabalhados por instituições públicas e privadas para incentivar a adoção dos sistemas ILP.

“O Brasil conseguiu se colocar como produtor mundial de alimentos, com preservação ambiental. A ILP é uma tecnologia inteligente, que possibilita aumentar a produção sem gerar pressão por abertura de novas áreas. Em sintonia com a Embrapa, pretendemos continuar crescendo nesse sentido com base científica e tecnológica”, afirmou na ocasião o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Muni Lourenço.

De acordo com o gestor, esses estudos são importantes para orientar estratégias da confederação, tanto internamente como em sua atuação junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional.

Foto: Gabriel Faria 
 
Diva Gonçalves (MTb 0148/AC)
Embrapa Acre

Contatos para a imprensa
acre.imprensa@embrapa.br
Telefone: (68) 3212-3250

Produção sustentável de bovinos de corte desperta atenção de diplomatas estrangeiros – 03/02/2020

Os diplomatas inseriram a Unidade da Embrapa na agenda de visitas a Mato Grosso do Sul por entenderem que as relações com o Estado passam pelos avanços nos setores da Ciência e Tecnologia.

Nas últimas semanas, os trabalhos da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS) em sistemas integrados de produção chamaram atenção de membros dos Consulados Geral da Alemanha e dos Estados Unidos da América (EUA) em São Paulo. Os diplomatas Axel Zeidler (Alemanha) e Adam Shub (EUA) inseriram a Unidade da Embrapa na agenda de visitas a Mato Grosso do Sul por entenderem que as relações com o estado passam pelos avanços nos setores da Ciência e Tecnologia. 

“O que nos interessou durante a visita foi um amplo espectro: economia, cultura e ciências. Mato Grosso do Sul é famoso por sua forte produção agropecuária, principalmente na criação de gado e queremos aprofundar as conversas com a Embrapa Gado de Corte”, destacou Zeidler, pela primeira vez no Estado. O país europeu importa carne bovina brasileira e, segundo ele, é importante para o consumidor alemão que as “importações de carne bovina tenham 100% de garantia de que a certificação de exportação seja realizada adequadamente e que os padrões da União Europeia sejam atendidos”.

Por isso, um dos temas de interesse da comitiva, formada também pelo cônsul-geral adjunto, Jens Gust, e o cônsul-honorário da Alemanha em Campo Grande, Reinhard Knoch, foi a plataforma de pecuária de baixo carbono, com visita aos experimentos de sistemas integrados conduzidos há mais de 25 anos no Centro de Pesquisa, em companhia dos pesquisadores envolvidos. “A Unidade da Embrapa foi um dos “highlights” no nosso programa”, definiu Gust.  

Desde 2014, a Unidade tem uma cooperação interinstitucional com a Universidade de Hohenheim (Stuttgart-ALE) e Fundação MS, em que o principal tema de estudos são os sistemas de integração, com foco nos recursos hídricos. Mais recentemente, a obra “ILPF – inovação com integração de lavoura, pecuária e floresta”, lançada pela Embrapa, contou com a participação de sete profissionais alemães entre seus autores.

América do Norte – Igualmente no Estado por primeira vez, o cônsul-geral dos EUA, Adam Shub, e o vice-cônsul para Assuntos Econômicos, Gai Nyok, apostam no crescimento de MS, em que a economia cresceu quatro vezes à média nacional, como estímulo a parcerias público-privadas nos setores agrícolas, infraestrutura, saúde e segurança pública. No ano passado, o país foi o terceiro mercado de exportação sul-mato-grossense.

A agenda da missão incluiu reuniões com equipe do Governo de MS, empresariado, visita a universidades, programas culturais e projetos sociais (como Casa da Mulher Brasileira) e encerrou-se na área da Embrapa Gado de Corte. Para Shub, o fato de EUA e Brasil serem exportadores de carne bovina não impede a cooperação, que já é feita por meio do USDA/ARS (Agricultural Research Service).

“Somos países grandes, continentais. Temos nossas características, métodos e culturas distintas, mas vamos na mesma direção de produzir alimentos mais saudáveis, pois é isso que o consumidor deseja: comer bem e com qualidade”, enfatizou o diplomata.

Presente nas duas ocasiões, o chefe-geral interino da Embrapa Gado de Corte, Ronney Mamede, comenta a importância de se falar sobre a imagem que a produção de carne no Brasil tem nos países e a necessidade de investir, cada vez mais, em estratégias “para retratar, com propriedade, os atributos de qualidade e sustentabilidade da nossa carne, bastante valorizados pelo mercado externo, mas nem sempre explorados em todo o seu potencial junto ao consumidor final”.

Além de Mamede, as comitivas foram acompanhadas pela chefia-adjunta de P&D, Lucimara Chiari; chefia-adjunta de Transferência de Tecnologia, Gilberto Menezes; articulador internacional da Unidade, Mateus dos Santos; e pelos pesquisadores Davi Bungenstab, Fabiana Villa e Manuel Macedo.  

Carne carbono neutro – Objeto de interesse dos emissários, a pecuária de baixo de carbono tem, atualmente, como destaque a carne carbono neutro (CCN), a qual é produzida em sistemas integrados com a presença de árvores plantadas, que são responsáveis pelo sequestro de carbono e possibilitam a neutralização da emissão de metano dos animais em pastejo, além de proporcionar conforto térmico ao gado. O foco do sistema é o componente florestal.
 
Dalízia Montenário de Aguiar (MTb 28/03/14/MS)
Embrapa Gado de Corte

Contatos para a imprensa
gado-de-corte.imprensa@embrapa.br
Telefone: +55 67 3368-2144

{gallery}noticia21{/gallery}

Show Rural Coopavel terá plot da Embrapa com inoculante solubilizador de fosfato – 31/01/2020

A Embrapa apresentará mais de 50 inovações tecnológicas na 32ª edição do Show Rural Coopavel, entre elas o inovações o inoculante BiomaPhos.

Entre os dias 3 a 7 de fevereiro de 2020, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estará presente na 32ª Edição do Show Rural Coopavel, em Cascavel, no Paraná.

Neste evento, a Embrapa será representada por sua Secretaria de Inovação e Negócios e por 11 Unidades de pesquisa: Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Florestas, Embrapa Gado de Corte, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Mandioca e Fruticultura, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Pantanal, Embrapa Pesca e Aquicultura, Embrapa Soja, Embrapa Suínos e Aves e Embrapa Trigo.

A Embrapa Milho e Sorgo apresentará o inoculante BiomaPhos, aplicado em lavouras de milho, sorgo e milheto, consorciados com capim. A pesquisadora da área de Microbiologia do Solo Christiane Paiva ministrará palestras sobre este inoculante e sobre boas práticas de inoculação. Além disso, junto com o pesquisador Walter Meirelles, apoiará as atividades nos plots de campo, para apresentar as tecnologias ao público.

“Estas soluções tecnológicas serão apresentadas no Show Rural 2020 em parceria com a Embrapa Gado de Corte e a Embrapa Gado de Leite, sob coordenação dos Setores de Transferência de Tecnologia”, ressalta o engenheiro agrônomo Fredson Chaves, da Embrapa Milho e Sorgo.

 “A participação da Embrapa em eventos tecnológicos, como o Show Rural, é uma oportunidade de levar ao conhecimento do público as tecnologias geradas pela Empresa, que possam contribuir para o desenvolvimento das atividades do produtor rural e o aumento de sua renda, agregando valor à produção agropecuária nacional”, diz Chaves.

BiomaPHOS

O BiomaPhos é um inoculante solubilizador de fosfato para a cultura do milho com microrganismos tropicais do Brasil. Foi desenvolvido pela Bioma Indústria, Comércio e Distribuição Ltda. a partir de tecnologia da Embrapa, que são as cepas selecionadas de Bacillus subtilis e Bacillus megaterium e o know how associado a elas.

O desenvolvimento desta tecnologia foi liderado pela pesquisadora Christiane Abreu de Oliveira Paiva, da Embrapa Milho e Sorgo, e por sua equipe, em parceria com a empresa Bioma. “O inoculante foi desenvolvido para aumentar da eficiência de absorção de fósforo pelas culturas, sendo um produto biológico de menor custo para o produtor e que confere ganhos ambientais para a agricultura”, explica a pesquisadora.

É um inoculante líquido, recomendado para o tratamento de sementes ou aplicação via jato dirigido no sulco de semeadura. Quando utilizado via tratamento de sementes ou sulco de semeadura, o BiomaPhos se associa à planta desde o início da formação das raízes. As bactérias presentes no produto se multiplicam e colonizam a rizosfera da planta. Durante esse processo, as cepas dos Bacillus spp. iniciam a produção de diferentes ácidos orgânicos que atuam na porção do solo em contato com as raízes das plantas, iniciando o processo de solubilização do fósforo que está ligado ao cálcio, alumínio e ferro presentes no solo, deixando-o disponível para a absorção e assimilação pela planta. As cepas também liberam enzimas fitases que disponibilizam o fósforo orgânico presente na matéria orgânica do solo.

O inoculante promove a solubilização de fosfatos presentes no solo, o aumento da aquisição do fósforo, o aumento da produção da cultura e permite, em alguns casos, uma redução da dose da adubação fosfatada a ser utilizada. No caso de produtores que optarem pela adubação com fosfatos de rocha, ou pela mistura de fontes solúveis ou de menor solubilidade de adubo fosfatado, o inoculante permite uma maior disponibilidade deste nutriente para as plantas. Ele também é útil para áreas com alto teor de fósforo orgânico, como aquelas sob plantio direto, onde a ação destes microrganismos irá permitir a ciclagem e disponibilização do fósforo de forma mais eficiente.

Milho BRS 3042

O BRS 3042 é um híbrido triplo de milho, indicado para a produção de grãos, com ciclo precoce e alta resistência a acamamento e quebramento. Possui estabilidade de produção com adaptação ampla para o seu cultivo, com destaque para a safrinha do Brasil Central. Apresenta excelente relação custo-benefício, pelo menor custo de produção de sementes e boa resposta em lavouras de médio a alto investimento.

A cultivar é moderadamente resistente às principais doenças da cultura do milho, como cercosporiose, diplodia, ferrugem-branca, mancha-branca e mancha-de-turcicum. É moderadamente suscetível à antracnose e ao enfezamento. Suscetível à ferrugem-polissora.

Sorgo forrageiro BRS 658

O BRS 658 é um híbrido de sorgo forrageiro desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo para atender a demanda por maior eficiência e melhor qualidade na alimentação de bovinos.

Esse híbrido tem produtividade média de 50 t/ha de produção de massa verde, ciclo vegetativo adequado para ensilagem, colmos com excelente padrão fermentativo e alta porcentagem de grãos na massa, proporcionando uma silagem de alta digestibilidade e alto teor proteico (entre 8 e 9% de proteína bruta).

O BRS 658 possui estabilidade de produção, tolerância à seca, baixo custo de produção e alta qualidade de forragem. Além disso, possui alta resistência ao acamamento, alta sanidade foliar, com destaque para a tolerância ao míldio (Peronosclerospora sorghi).

Milheto BRS 1503

A variedade de milheto BRS 1503 é adaptada para produção de massa em sistemas de plantio direto e com bom potencial de produção de grãos. A produtividade de grãos é de 2,5 t/ha. Apresenta também boa capacidade de perfilhamento, com crescimento rápido e alta produção de biomassa, com sistema radicular profundo e abundante, promove a ciclagem de nutrientes para a camada mais superficial do solo. A cultivar apresenta baixo fator de reprodução das principais espécies de nematoides.

Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.

Show Rural Coopavel

A 32ª edição do Show Rural Coopavel traz neste ano o tema “Reinvente sua Vida no Campo”. Acontecerá em um ambiente de 720 mil metros quadrados, na BR-277, saída para Curitiba, a cerca de dez quilômetros do centro de Cascavel. Serão 650 expositores e expectativa de público de 250 mil visitantes. (Assessoria Coopavel).

Leia também:

Embrapa terá cinco lançamentos no Show Rural Coopavel

Produto com tecnologia brasileira pode reverter dependência por adubos fosfatados

Confira mais informações: www.embrapa.br/showrural

Foto: Show Rural Coopavel 

Sandra Brito (MTb 06230/MG)
Embrapa Milho e Sorgo

Contatos para a imprensa
milho-e-sorgo.imprensa@embrapa.br
Telefone: (31) 3027-1223

Artigo – Solos Arenosos: a nova fronteira agrícola brasileira – 31/01/2020

A recuperação das pastagens degradadas emprega a redução do preparo do solo, com o plantio de mandioca sobre a pastagem dessecada, cultivo mínimo ou plantio direto.

 

Publicado na edição de Janeiro/2020, Nº 853, da revista A Granja – Edição especial de 75 anos

Autores: Pesquisadores Ademir Fontana, Pedro Luiz de Freitas e Guilherme Kangussu Donagemma, da Embrapa Solos; Júlio César Salton, da Embrapa Agropecuária Oeste; e Jonez Fidalski, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar)

 

PLANTIO DIRETO

Uma nova fronteira agrícola tem se aberto para a expansão da agricultura brasileira, terras com potencial de intensificação. Terras onde predominam os solos arenosos são responsáveis, hoje, por uma parte significativa da produção de soja, milho, algodão, melão, manga e madeira para celulose, entre outros produtos. Isso acontece especialmente pela adoção de novas tecnologias – fertilizantes, sementes e outros insumos – associadas a ajustes no manejo da correção e adubação do solo, aumento dos teores de matéria orgânica e do controle de pragas, doenças e plantas invasoras. Toda essa evolução tem proporcionado a expectativa de inserção ao sistema produtivo de terras degradadas com solos arenosos, ocupadas, então, principalmente, com pastagens de baixa produtividade e sem aporte de insumos. Nesse sentido, não há necessidade de se avançar em qualquer hectare para as áreas com vegetação nativa.

Diferentemente de uma tradicional fronteira agrícola, na qual a infraestrutura de produção (estradas, armazéns, cidades, oferta de insumos etc.) ainda inexiste, boa parte das áreas onde predominam os solos arenosos estão situadas em regiões agrícolas consolidadas. Além disso, tem chamado a atenção e atraído os agricultores devido à grande oferta, contudo, nem sempre com um olhar diferenciado quando comparado aos solos mais argilosos aos aspectos de manejo. Durante muito tempo, terras com predomínio desses solos eram consideradas de aptidão muito limitada para as lavouras anuais e/ou perenes, e, por consequência, consideradas de pouca relevância para a produção agrícola pela baixa capacidade produtiva ofertada. Quando utilizadas, eram dedicadas à silvicultura ou à produção pecuária, com sistemas de manejo com alto risco de degradação.

Mesmo assim, áreas de solos arenosos, aos poucos, vêm sendo incorporadas ao sistema de produção de culturas anuais e florestais, a partir da adoção do sistema plantio direto (SPD) e, mais recentemente, dos sistemas integrados. Dessa forma, vêm superando alguns desafios e reconhecendo, especialmente, que existem diferentes tipos de solos arenosos e com diferentes potenciais agrícolas, como destacado no artigo publicado em 2016 na revista Pesquisa Agropecuária Brasileira: Caracterização, potencial agrícola e perspectivas de manejo de solos leves no Brasil.

Características além da camada superficial

Solos arenosos e que podem ser extensivos a solos de textura leve, mais amplo, são aqueles que apresentam a areia como fração predominante em sua textura até a profundidade de 75 centímetros ou mais, assim sendo, devem ser avaliados além da “camada arável’’. Pela grande variabilidade observada desse tipo de solo, é possível fazer avaliações diferenciadas a partir da composição textural (teor de areia pode chegar em cerca de 200 gramas/quilo, ou 20%), da espessura das camadas de cada classe de textura e do padrão de incremento de argila em subsuperfície. Esses critérios são cruciais na avaliação do potencial agrícola dos solos arenosos, e, ainda, as recomendações devem ser feitas ao considerar as glebas ou manchas semelhantes, e, assim, em função da sua variabilidade e do relevo, principalmente, definir as zonas de manejo dentro da propriedade. 

Relevância do tema no Brasil

O grande potencial em terras com solos arenosos, com crescentes índices de produção para as atividades agropecuárias e florestais, fortaleceu a ideia de se realizar encontros para tratar do uso e manejo desses solos, o que determinou a realização de três Simpósios Brasileiros de Solos Arenosos (SBSA). Para o último evento, foram elencados, além dos avanços, alguns desafios e/ou oportunidades:

i) a necessidade de aperfeiçoamento dos critérios para identificar e classificar os solos arenosos, visando a uma avaliação mais criteriosa da aptidão agrícola das terras;

ii) a formulação de modelos de risco climático aperfeiçoados;

iii) os critérios técnicos para subsidiar a concessão de crédito agrícola e seguro rural;

iv) a avaliação da qualidade de sistemas de produção em intensificação agropecuária baseado na qualidade do solo, na produtividade, na valoração de serviços ambientais e no balanço de nutrientes. Eventos como esses são fundamentais para as recomendações de sistemas de manejo para regiões relevantes de ocorrência de solos arenosos no País.

No nível da propriedade, faltam ferramentas para o planejamento de sistemas de produção baseados em zonas de manejo, consideradas capazes de potencializar a produção e intensificar o uso da terra com bases mais sustentáveis. Ou seja, para todos os níveis de gestão e planejamento, há que se agregar critérios técnicos baseados em conhecimentos científicos e as experiências dos agricultores para se avaliar a sustentabilidade da expansão e da intensificação agropecuária sobre os solos arenosos.

Perspectivas para produção e sustentabilidade

Graças ao uso de novas práticas e tecnologias, as áreas com solos arenosos estão sendo incorporadas ao sistema produtivo com sucesso. Como um dos componentes principais, as gramíneas são peça-chave para sustentabilidade do cultivo nesses solos, uma vez que, como as braquiárias, além de forragem, fornecem boa quantidade de palhada para proteger e raízes, promovendo a agregação do solo. Nesse sentido, deve-se identificar as espécies e cultivares mais adaptadas para cada sistema, região e solo. Os preceitos exigidos para o SPD também devem ser observados, como permanente cobertura do solo, não revolvimento, diversidade e volume de raízes, rotação e diversificação de culturas, e controle de tráfego de máquinas. Deve, também, ser observada a necessidade de adotar práticas conservacionistas complementares, como terraceamento, bacias de captação e canais escoadouros, associada ao atendimento do código florestal – manutenção de áreas de proteção permanente e de reservas legais.

Há opções já conhecidas de sistemas e cultivos para as diferentes regiões do País, mas outras também podem ser adaptadas e aperfeiçoadas. No Oeste baiano, por exemplo, geralmente, não é possível fazer o cultivo de culturas como o milho na entressafra (safrinha), então se faz “safrinha de boi”, que utiliza pastagens de entressafra e A GRANJA | 81 suplementação alimentar para engorda de bovinos. No bolsão sul-mato-grossense, com a utilização do Sistema São Mateus, a soja entra para amortizar os custos de recuperação de pastagens degradadas, melhorar a fertilidade do solo e, assim, viabilizar a produção pecuária mais econômica e sustentável. No Rio Grande do Sul, sistemas silvipastoris na região de Alegrete têm recuperado e preservado os solos arenosos.

No Paraná, a irrigação de pastagens em solos arenosos tem proporcionado viabilidade técnica e econômica. A água do solo pode ser monitorada por meio da tensiometria, com a geração de tabelas usando apenas o teor da areia total, para se obter o conteúdo de água disponível (CAD). A tensão da água, obtida por meio de leituras em tensiômetros instalados diretamente no solo que corresponde a 50% do CAD, é o momento recomendado para se iniciar a irrigação. Além disso, na mesma região, a recuperação das pastagens degradadas emprega a redução do preparo do solo, com o plantio das manivas de mandioca sobre a pastagem dessecada, cultivo mínimo ou plantio direto.

Tendo em vista que existem importantes diferenças entre os solos arenosos, a incorporação dos mesmos ao sistema produtivo deve ser precedida de diagnóstico quanto às suas características físicas, especialmente a distribuição do tamanho da fração areia, como a relação areia grossa/ areia fina, a areia fina por si, além de aspectos químicos e da fragilidade aos processos erosivos. Nesse diagnóstico, seja em coleta de amostras com o trado ou na trincheira, deve-se avaliar o solo até uns 80 centímetros, pois, nas camadas mais profundas, podem ser encontrados fatores limitantes, os quais são, muitas vezes, desconsiderados nas recomendações agronômicas.

Na construção do perfil e/ou na construção da fertilidade, avaliar, além da quantidade de nutrientes advindos da calagem e fertilização, outros aspectos, como a necessidade de aumento dos teores de matéria orgânica e da atividade biológica e os fatores preponderantes para a ciclagem de nutrientes, agregação e armazenamento de água.

Agradecimentos a Agrisus, UEMS, Famasul, Semagro-MS, Omnia, Biotec, Sistema OCB/MS, Ubyfol, Calpar, Sicredi, e Rede iLPF pelo apoio na realização do 3º Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos (SBSA), em maio de 2019, em Campo Grande/MS.

  
Embrapa Solos

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

certificacão

INOVADORA, DINÂMICA E SUSTENTÁVEL. ESSA É A CERTIFICAÇÃO DA REDE ILPF.

Para gerar ainda mais valor ao negócio do produtor, a Rede ILPF incorpora mais uma novidade no portfolio de serviços: a certificação de propriedades sustentáveis, que avalia mais de 120 indicadores de produção, abordando:

  • Sinergia ILPF
  • Gestão da propriedade
  • Compliance socioambiental
  • Boas práticas de manejo e bem-estar animal
  • Origem e qualidade de insumos
  • Impacto social e econômico
  • Eficiência energética
  • Saúde e segurança

 

Mas, não estamos falando de um processo de certificação tradicional. Fomos além, e desenvolvemos o Protocolo ILPF que prevê novos componentes de avaliação e um grande diferencial competitivo: o monitoramento constante e dinâmico. Isso significa que a propriedade, além de passar pelo criterioso sistema de avaliação para obter a certificação, após certificada será acompanhada continuamente a fim de que garanta seu sucesso produtivo e permaneça como uma propriedade que segue comprovadamente os parâmetros sustentáveis adotados pelo Protocolo ILPF. 

Estar em conformidade com esse protocolo mostra que o produtor se preocupa com formas de manejo sustentáveis, com os aspectos socioambientais e com as legislações inerentes à prática das suas atividades.

Além disso, ao aderir ao Protocolo ILPF, o produtor terá outros benefícios:

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”Produtividade” active=”no”]

  • Diminuição do risco operacional;
  • Aumento de produção com redução do custo por unidade produzida;
  • Ampliação do potencial de venda.

[/zt_accordion][/zt_accordions]

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”Ganhos Financeiros” active=”no”]

  • Bonificações;
  • Acesso aos fundos verdes;
  • Redução dos juros no financiamento e nos valores das apólices de seguro;
  • Facilitação do acesso a programas e incentivos governamentais;
  • Acesso à cesta de serviços da Rede ILPF.

[/zt_accordion][/zt_accordions]

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”Imagem Social” active=”no”]

  • O selo ILPF será um diferencial competitivo para os produtos entre os consumidores.

[/zt_accordion][/zt_accordions]

 

Conheça agora os cinco pilares e os pontos de avaliação do Protocolo ILPF:

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”LAVOURA” active=”no”]

Pilar 1: verificação das boas práticas de manejo ocorridas dentro do sistema Lavoura

Pontos de verificação no componente lavoura:

  • Insumos agrícolas
  • Recursos
  • Fixação de carbono

[/zt_accordion][/zt_accordions]

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”PECUÁRIA” active=”no”]

Pilar 2: verificação das boas práticas de manejo ocorridas dentro do sistema Pecuária

Pontos de verificação no componente pecuária:

  • Insumos veterinários e matérias-primas
  • Bem-estar e saúde animal
  • Emissões à atmosfera

[/zt_accordion][/zt_accordions]

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”FLORESTA” active=”no”]

Pilar 3: verificação das boas práticas de manejo ocorridas dentro do sistema Floresta

Pontos de verificação no componente floresta:

  • Geração própria, aproveitamento, reuso e autonomia
  • Balanço de emissões
  • Conservação da biodiversidade

[/zt_accordion][/zt_accordions]

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”INTEGRAÇÃO” active=”no”]

Pilar 4: comprovação da integração e da sinergia entre a combinação desses componentes

Pontos de verificação no componente integração:

  • Sinergia ILPF
  • Recuperação ambiental
  • Geração de renda do estabelecimento
  • Diversidade de fontes de renda
  • Valor da propriedade
  • Segurança alimentar

[/zt_accordion][/zt_accordions]

[zt_accordions type=”accordion”][zt_accordion title=”GESTÃO DA PROPRIEDADE” active=”no”]

Pilar 5: qualidade da gestão realizada pela propriedade

Pontos de verificação no componente propriedade:

  • Qualidade do emprego
  • Valor da propriedade 
  • Capital Social
  • Saúde ambiental e pessoal
  • Segurança e saúde ocupacional
  • Condição de comercialização
  • Disposição de resíduos
  • Gestão de insumos químicos
  • Relacionamento Institucional
  • Qualidade do emprego
  • Valor da propriedade 
  • Capital Social
  • Saúde ambiental e pessoal
  • Segurança e saúde ocupacional
  • Condição de comercialização
  • Disposição de resíduos
  • Gestão de insumos químicos
  • Relacionamento Institucional

[/zt_accordion][/zt_accordions]

 

A NOSSA CERTIFICAÇÃO TEM TECNOLOGIA DE ÚLTIMA GERAÇÃO.

Todo o monitoramento da propriedade será feito por meio do uso de tecnologia embarcada, estações climáticas, análise e amostragem de solo, verificação via satélite e análise documental.

O produtor ainda contará com uma plataforma tecnológica (*) que irá auxiliá-lo na medição do índice de confiança (**) e no gerenciamento do seu negócio, garantindo maior controle sobre os seus processos produtivos e proporcionando maior previsibilidade na produção.

 

A CERTIFICAÇÃO ILPF NA ERA DO CONSUMO SUSTENTÁVEL.

No futuro muito próximo, a conexão entre produtor e consumidor será ainda maior. E a tecnologia e o conhecimento já estão aqui ao seu alcance.

Produtor, o futuro sustentável é aqui e a hora é agora! Para aderir ao Protocolo ILPF e ir em busca da sua certificação de propriedade sustentável, preencha o cadastro abaixo. A nossa equipe entrará em contato brevemente.