A Associação Rede ILPF tem agora mais um canal de aprendizagem: O primeiro curso EaD já está disponível.

O curso introdutório de ILPF oferece 40h, divididas em seis módulos de muito conteúdo sobre os sistemas integrados.

As aulas são ministradas por pesquisadores da Embrapa e técnicos das nossas Associadas e disponibilizadas por meio de vídeo aulas.

Ao término do curso o aluno também terá um certificado de conclusão.

Para participar basta fazer a inscrição e começar a cursar.

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS DA ILPF

Unidade 1 – Histórico e benefícios da ILPF

Unidade 2 – Planejamento e gestão da propriedade

Unidade 3 – ILPF em políticas públicas e compromissos internacionais

Unidade 4 – Contribuições do associativismo e do cooperativismo para ILPF

MÓDULO 2 – PRODUÇÃO DE GRÃOS NO SISTEMA ILPF

Neste módulo, estudaremos os seguintes temas:

Unidade 1 – Grandes culturas em ILPF – parte 1

Unidade 1 – Grandes culturas em ILPF – parte 2

Unidade 3 – Implantação de consórcios de espécies graníferas com forrageiras

Unidade 4 – Manejo de espécies graníferas com forrageiras em sistemas de integração

MÓDULO 3 – COMPONENTE PECUÁRIA

Unidade 1 – Manejo de pastagens

Unidade 2 – Escolha de espécies forrageiras

Unidade 3 – Benefícios da agricultura para a pecuária (não disponível – aguarde)

Unidade 4 – Bem-estar animal (não disponível – aguarde)

MÓDULO 4 – COMPONENTE FLORESTAL

Unidade 1 – Eucalipto na ILPF

Unidade 2 – Outras espécies florestais madeireiras

Unidade 3 – PFNM da ILPF (perenes)

Unidade 4 – Bem-estar animal

MÓDULO 5 – GESTÃO FINANCEIRA DA PROPRIEDADE

Unidade 1 – Receitas  custos

Unidade 2 – Análise de riscos e mercado

Unidade 3 – Projeções e índices econômicos

Unidade 4 – Crédito para ILPF

MÓDULO 6 – INOVAÇÃO EM ILPF

Unidade 1 – A evolução da Agricultura Digital

Unidade 2 – Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Digitais para ILPF

Unidade 3 – Tendências e Perspectivas Futuras para as Tecnologias Digitais voltadas à ILPF

Unidade 4 – Certificação em ILPF e Carne Carbono Neutro (CCN)

O Mercado de créditos de carbono foi o tema da reunião técnica de ILPF, em Caldas Novas-GO.

O evento teve como público pesquisador, técnicos, produtores e outros profissionais convidados pelas instituições associadas à Rede ILPF. Fazem parte da associação Bradesco, Cocamar, Embrapa, John Deere, Soesp, Syngenta, além da Suzano, que acaba de se associar à Rede. A empresa do setor florestal, entretanto, não será a caçula por muito tempo. O presidente da Assembleia da Rede ILPF, Luiz Lourenço, anunciou em primeira mão a entrada da Minerva.

mercado de carbono

A programação técnica teve início com apresentação sobre a Câmara Temática de Carbono, uma iniciativa da Rede ILPF para defender o efeito dos sistemas ILPF para descarbonização. De acordo com Bruno Alves, pesquisador da Embrapa Agrobiologia e coordenador da Câmara, o trabalho iniciado em 2022 visa organizar informações e gerar técnicos nacionais para possibilitar maior representação da ILPF no inventário nacional de mitigação de gases de efeito estufa.

“Objetivo de proteger o efeito ambiental de grande importância dos sistemas ILPF. Estamos nos estruturando para ter bases de informação e também para representar os produtores que trabalham com ILPF, os associados e as empresas que dão suporte a isso, dentro de fóruns de governo onde se discutem as políticas públicas para que a gente valorize de fato a importância desses sistemas na questão do carbono”, explicou ou Bruno Alves.

As iniciativas da Câmara Temática de Carbono visam possibilitar que produtores e instituições que trabalham com ILPF façam parte do mercado de carbono. Conforme apresentado Eduardo Bastos, da MyCarbon, somente em 2022 o mercado regulado movimentou US$ 865 bilhões no mundo e a tendência é de que até 2025 esse valor ultrapasse os US$ 1 trilhão. Mercado regulado é aquele no qual participante dos países que possuem compromissos formais de redução e compensação de emissões de gases de efeito estufa.

Há ainda o grande potencial do mercado voluntário, que movimentou US$ 2 bilhões em 2022 e estima-se um aumento para cerca de US$ 100 bilhões até 2030. Este mercado envolve países e empresas sem compromissos formais, como é o caso do Brasil.

Em sua apresentação, Eduardo mostrou que a América Latina é a região do globo com melhores condições de prover esse mercado, com o Brasil ocupando espaço de destaque. Ele também mostrou que há diferentes tipos de créditos de carbono, como os gerados pela conservação florestal, pelo reflorestamento e pela adoção de boas práticas agropecuárias, como a recuperação de pastagens degradadas e ILPF. Cada tipo tem um valor diferenciado.

Porém, para acessar as oportunidades do mercado de crédito de carbono, há desafios que precisam ser superados. O processo de elaboração de projetos, regulação, certificação, medição, reportagem e verificação foram discutidos em uma mesa redonda que finalizou a programação.

Moderada pelo professor Carlos Sanqueta,  da Universidade Federal do Paraná, o debate contou com a participação de Vanessa Biral, da BR Carbon, Savio Sardinha, da Future Carbon, Renato Rodrigues, da Regrow e Marcela Porto, da Olan Agri.

Os debatedores falaram sobre as etapas para elaboração de projetos de crédito de carbono. Ainda caros e complexos, a recomendação é que eles devem ser elaborados por empresas especializadas, por meio associações, cooperativas, agentes de fomento e bancos. Outro aspecto levantado é o tempo que se leva desde o início o recebimento pela venda dos créditos até.

Os debatedores destacam ainda que o crédito de carbono não deve ser o foco do produtor e sim uma consequência das boas práticas adotadas para melhoria do solo de sua propriedade e aumento da produtividade.

Homenagens

Reunião Técnica também marcou homenagens prestadas pela Rede ILPF à Embrapa pela celebração de seus 50 anos e para dois dos responsáveis ​​pela criação da empresa em 1973: o ex-presidente da Embrapa Eliseu Alves e o ex-ministro da Agricultura Alisson Paolinelli.

Eliseu Alves participou da primeira diretoria e ajudou a construir o modelo da instituição. Ele se apostou no fim do ano passado, após 49 anos de dedicação à pesquisa. Já Paolinelli foi ministro no período de criação da Embrapa e grande incentivador do modelo de desenvolvimento do setor agropecuário por meio da ciência.

A homenagem à Embrapa foi recebida pelo presidente Celso Moretti, que aproveitou a oportunidade para convidar os presentes para a festa do cinquentenário no dia 26 de abril, em Brasília.

Prêmio Rede ILPF

Durante a Reunião Técnica também foram entregues os troféus e certificados para os vencedores da terceira edição do Prêmio Rede ILPF de Jornalismo e da segunda edição do Prêmio Rede ILPF de Fotografia.

O tema da edição deste ano dos prêmios foi “Sistemas ILPF, intensificação sustentável por meio das tecnologias agropecuárias”. Confira os vencedores:

Vencedores do Prêmio Rede ILPF de Jornalismo  

Categoria reportagem escrita

Denise Saueressig, com a reportagem “ Boi na Sombra ”, da Revista Globo Rural;

Categoria reportagem em audiovisual

Raquel Sousa Maia, com matéria “ ILPF: O aumento da produção agropecuária de forma sustentável no contexto da Amazônia   ”, do programa de televisão Roraima Rural, exibido pelo Grupo Rede Amazônica. A reportagem teve co-autoria de Raimesson Martins e Lucas Wilame.

 Categoria reportagem em veículo estrangeiro

Silvia Richter, com a reportagem  A abordagem do Brasil para a agricultura de baixo carbono , publicada na revista Rural 21 – the International Journal for Rural Development.

 Categoria reportagem de profissionais da Rede ILPF

Francisco Lima, da Embrapa Clima Temperado, com a reportagem “Estratégias de manejo garantem pasto todo o ano e facilitam integração lavoura-pecuária,” veiculada no Canal Terra Sul. A produção teve como coautores Cristiane Betemps e Gabriel Fritsch.

Vencedores do Prêmio Rede ILPF de Fotografia

Categoria Aberta

Lana Cristina Baumgärtner, com a fotografia “Boi na sombra”.

Categoria Profissionais da Rede ILPF

Esmael Lopes do Santos, da Embrapa Soja, com a foto “ILPF, ILP, IPF visto do alto”.

Gabriel Faria (MTB 15.624 MG)
Embrapa Agrossilvipastoril

perguntas da imprensa
agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br

Vencedores dos prêmios de jornalismo e fotografia da Rede ILPF 2023.


A premiação e os trabalhos serão apresentados dia 22 de março em Caldas Novas (GO), durante o Encontro Técnico de ILPF, pré-evento do dia de Campo Santa Brígida, dia 23 de março, em Ipameri (GO).
O prêmio de jornalismo teve cinco categorias: reportagens escritas, reportagem em áudio, reportagem em vídeo, além de uma específica para veículos estrangeiros e uma quinta para profissionais das instituições associadas à Rede ILPF.

Já o prêmio de fotografia contou com três categorias. Uma delas aberta a qualquer pessoa, seja fotógrafa profissional ou amadora. Outra é destinada à fotojornalistas, com fotografias veiculadas na imprensa. A terceira foi destinada a profissionais das instituições associadas. Puderam concorrer até mesmo fotos tiradas com celular, desde que tivessem resolução mínima definida pelo edital.

Os vencedores do Jornalismo foram:

Denise Saueressig, com a reportagem escrita “Boi na Sombra”, da Revista Globo Rural;

Raquel Sousa Maia, com matéria “ILPF: O aumento da produção agropecuária de forma sustentável no contexto da Amazônia ”, do programa de televisão Roraima Rural, exibido pelo Grupo Rede Amazônica. A reportagem teve co-autoria de Raimesson Martins e Lucas Wilame.

Francisco Lima, da Embrapa Clima Temperado, venceu com “Estratégias de manejo garantem pasto todo o ano e facilitam integração lavoura-pecuária,” na categoria interna de profissionais das Associadas da Rede ILPF.

A reportagem foi veiculada no Canal Terra Sul e teve como co-autores Cristiane Betemps e Gabriel Fritsch.

Silvia Richter, foi a vencedora da categoria internacional, com a reportagem Brazil’s approach to low-carbon agriculture, na Rural 21 – the Interational Journal for Rural Development;

Na categoria de áudio, não houve candidatos elegíveis.

Fotografia

Lana Cristina Baumgärtner venceu na categoria Aberta, com a fotografia “Boi na sombra”.

Esmael Lopes do Santos, da Embrapa Soja, venceu na categoria Associados Rede ILPF com a foto “ILPF, ILP, IPF visto do alto”.

Na categoria fotojornalismo não houve inscritos.

A Rede ILPF agradece a participação e contribuição para divulgar os trabalhos feitos em prol da sustentabilidade da agropecuária brasileira.

Encontro técnico de ILPF e dia de campo Santa Brígida

O encontro técnico da Rede ILPF e o dia de campo da Fazenda Santa Brígida serão nos dias 22 e 23 de março, em Caldas Novas (GO) e Ipameri (GO), respectivamente.

Os dois eventos anuais fazem parte do calendário Agro do país e do centro-oeste e, estão de volta a edição presencial.

A realização é da Rede ILPF e Associadas: Bradesco, Cocamar, John Deere, Soesp, Suzano, Syngenta e Embrapa.

Veja a programação:

Dia 22 – Encontro Técnico – Caldas Novas- GO

14h – Abertura

14h15 – Apresentação da Câmara de Carbono da Rede ILPF

14h30 às 15h30 – Eduardo Bastos – Palestra de abertura sobre mercado de Carbono

15:30 – 17:30 – Mesa Redonda sobre Créditos de Carbono para a ILPF: Oportunidades e Desafios

Professor Carlos Sanqueta/UFPR – mediador

Vanessa Biral: BrCarbon – debatedora

Savio Sardinha: Future Carbon – debatedor

Renato Rodrigues: Regrow – debatedor

18h – Homenagem aos 50 anos da Embrapa e entrega dos prêmios de fotografia e jornalismo da Rede ILPF.

20h – Jantar de Confraternização

Dia 23 – Dia de campo Santa Brígida | Ipameri- GO

A previsão é receber um público de mil pessoas entre estudantes, profissionais da área, produtores rurais e representantes de empresas do setor.

Serão quatro estações e as inscrições começam a partir das 7h30.

Estação 1 – Sistema Santa Brígida de produção agrícola

– Roberto Freitas, consultor

 Estação 2 – Sistema intensivo de produção animal

– William Marchio, consultor

Estação 3 – Bioinsumos no aumento da eficiência de uso de nutrientes

– Marco Antônio Nogueira, Embrapa

Estação 4 – Balanço de carbono em sistemas de ILPF

– Roberto Guimarães e Robélio Marchão – Embrapa

Local: Fazenda Santa Brígida – Ipameri-GO (clique aqui para localização)

Dia de Campo Fazenda Santa Brígida

O dia de campo da Fazenda Santa Brígida será no dia 23 de março, em Ipameri- GO

O evento anual é promovido pela Rede ILPF e Associadas: Bradesco, Cocamar, John Deere, Soesp, Suzano, Syngenta e Embrapa.

Veja a programação abaixo:

– 23/03 Ipameri- GO

8h às 13h – Dia de Campo

Estação 1 – Sistema Santa Brígida de produção agrícola

– Roberto Freitas, consultor

Estação 2 – Sistema intensivo de produção animal

– William Marchio, consultor

Estação 3 – Bioinsumos no aumento da eficiência de uso de nutrientes

– Marco Antônio Nogueira, pesquisadores da Embrapa

Estação 4 – Balanço de carbono em sistemas de ILPF

– Roberto Guimarães e Robélio Marchão – pesquisadores da Embrapa

Local: Fazenda Santa Brígida – Ipameri-GO (clique aqui para localização)

Nova Associada: A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, agora faz parte da Rede ILPF.

A companhia possui atualmente cerca de 1,5 milhão de hectares de área plantada em diversos estados brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico dessas regiões.

“Nós, da Suzano, queremos contribuir com o trabalho realizado pela Rede ILPF e gerar sinergias entre os associados no âmbito da pesquisa e tecnologia. A parceria está alinhada ao nosso compromisso de desenvolver soluções sustentáveis para nossas operações,” afirma Fabian Bruzon, Diretor de Operações Florestais da Suzano.

A Associação Rede ILPF, fundada em 2012, é formada e co-financiada pelas empresas Bradesco, Cocamar, John Deere, Soesp, Syngenta, Embrapa e agora Suzano. Tem o objetivo de pesquisar tecnologias de integração, elaborar diagnósticos regionais de viabilidade de ILPF, capacitar profissionais e acelerar uma ampla adoção das tecnologias de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), por produtores rurais, de pequenas, médias e grandes propriedades. A finalidade é intensificar a sustentabilidade da agricultura brasileira.

“É uma satisfação enorme termos a Suzano na Rede ILPF, temos muita convergência e muitos projetos para desenvolvermos em parceria. A Rede tem a meta de chegar em 2030 com 35 milhões de hectares de ILPF no país, e o componente florestal é um dos grandes pilares para isso”, acrescenta Isabel Ferreira, Diretora Executiva da Rede ILPF.

A ILPF é uma estratégia de produção que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área. Esta forma de sistema integrado busca otimizar o uso da terra, elevando os patamares de produtividade, diversificando a produção e gerando produtos de qualidade. Com isso, reduz a pressão sobre a abertura de novas áreas e contribui para a mitigação de gases de efeito estufa, além de oferecer maior conforto animal.

Dessa forma, a ILPF irá contribuir para o alcance das metas apresentadas pelo Brasil em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) ao Acordo de Paris, durante a COP-21, e reforçadas pelo Programa ABC+ do MAPA e os compromissos assumidos na COP-27.

Segundo estimativas da Rede ILPF, a área ocupada com os sistemas ILPF no Brasil, na safra 2020-2021, correspondeu a 17,4 milhões de hectares.

A Rede ILPF atualmente desenvolve projetos em várias regiões produtoras do país e apoia uma rede com 16 Unidades de Referência Tecnológica (URT) e 12 Unidades de Referência Tecnológica e de Pesquisa (URTP), distribuídas entre os biomas brasileiros e envolvendo a participação de 22 Unidades de Pesquisa da Embrapa.

Caravana ILPF chega aos estados de Minas Gerais e Goiás.

A primeira Caravana ILPF de 2023 será entre 20 e 24 de março e vai percorrer duas cidades do triângulo mineiro e quatro de Goiás.

A Caravana Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) é uma realização da Rede ILPF e Associadas (Bradesco, Cocamar, John Deere, Soesp, Syngenta, Suzano e Embrapa), que tem como objetivo difundir os sistemas ILPF e avançar em novas as áreas de Integração no Brasil, além de realizar diagnósticos regionais nas diversas regiões produtoras do país.

ILPF no Brasil

A ILPF é uma tecnologia de produção agropecuária com grande potencial de mitigação de emissões de gases de efeito estufa e sequestro de carbono pelo solo e biomassa, além de uma série de outros benefícios socioambientais e econômicos. A implementação dos sistemas ILPF variam de acordo com as características de cada região. Atualmente são 17,4 milhões de hectares com sistemas de Integração no país.

Ações

A expedição técnica e científica (Caravana ILPF) é composta por pesquisadores da Embrapa e técnicos da Rede ILPF e Associadas e está percorrendo diversos estados brasileiros com várias ações, como: dias de campo, palestras, oficinas de diagnóstico e adotabilidade, visitas institucionais e técnicas a produtores rurais, cooperativas, universidades, centros de pesquisa e diversos segmentos do agronegócio públicos e privados.

Público

Produtores rurais, empresários, cooperativas, associações, sindicatos rurais, técnicos, profissionais, pesquisadores, estudantes e instituições de ensino.

Próxima Etapa:

MG | GO

20 a 24 de março

Uberlândia (MG), Uberaba (MG), Inaciolândia (GO), Morrinhos (GO), Ipameri (GO) Goiânia (GO).

Em Ipameri a Caravana ILPF participa das atividades do dia de Campo da Fazenda modelo em ILPF, Santa Brígida. O dia de campo será no dia 23 de março e reunirá cerca de 1500 pessoas.

Outras 3 etapas estão previstas para 2023.

Programação aberta:

UBERLÂNDIA – MG │Painel de Debates – Abertura

20/03/23 às 14h

Tema: ILPF no Triângulo Mineiro                                                                                                         

Local: IFTM campus Faz. Sobradinho (auditório) – s/nº, Zona Rural, Uberlândia, MG

Link de pré- inscrição: https://forms.gle/Ak2mQrqhAp4hb2hr8

-MORRINHOS – GO │ Palestra Técnica

22/03/23 às 13:30h

Tema 01: Por que utilizar o sistema integrado de produção agropecuária em sua propriedade?

Tema 02: ILPF na recuperação de pastagens degradadas

Tema 03: Sequestro de C em sistemas de ILPF

Local: IFGoiano (auditório), BR-153, km 633, Zona Rural, Morrinhos – GO.

Link de pré- inscrição: https://forms.gle/Ak2mQrqhAp4hb2hr8

-IPAMERI – GO | Dia de Campo SANTA BRÍGIDA

23/03 – 8h às 13h

Local: Fazenda Santa Brígida

-GOIÂNIA GO | Palestra Técnica

Temática: Adoção da ILPF: viabilidade da agropecuária de baixa emissão de carbono

24/04- 8h

08h – Painel de debates – Encerramento

Local: auditório SENAR/GO

Link de pré- inscrição: https://forms.gle/Ak2mQrqhAp4hb2hr8

Etapas anteriores:

Etapa ES |BA

A primeira etapa considerada piloto, aconteceu entre os dias 4 e 8 de abril e percorreu seis cidades: Linhares (ES), Pedro Canário (ES), Nova Venécia (ES), Teixeira de Freitas (BA), Itabela (BA) e Eunápolis (BA), entre o norte do Espírito Santo e Sul da Bahia.

Etapa PR | SP | MS

Entre os dias 8 e 12 de agosto a Caravana ILPF passou pelas cidades de Maringá (PR), Jardim Olinda (PR); Presidente Prudente (SP), Santa Rita do Pardo (MS), Nova Andradina (MS); Dourados (MS) e Campo Grande (MS).

 Etapa MA | PI

A terceira edição da Caravana ILPF foi nos estados de Maranhão e Piauí, nas cidades de Santa Inês (MA), Itapecuru Mirim (MA), Chapadinha (MA), Anapurus (MA), Piracuruca (PI) e Teresina (PI), entre os dias 7 e 11 de novembro.

Metas

Segundo estimativas da Rede ILPF para a safra 2020/2021, a área ocupada com os sistemas ILPF no Brasil corresponde a 17,4 milhões de hectares. A Rede ILPF tem o propósito de ampliar essa área para 35 milhões de hectares até 2030, além de diversificar os sistemas de produção e aumentar a representatividade do componente florestal nesses sistemas.

Dessa forma, a ILPF irá contribuir para o alcance das metas apresentadas pelo Brasil em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) ao Acordo de Paris durante a COP-21 e reforçadas pelo Programa ABC+ do MAPA e os compromissos assumidos na COP-26.

Sobre a Rede ILPF

A Associação Rede ILPF é formada e cofinanciada pelas empresas Bradesco, Cocamar, John Deere, Soesp, Syngenta, Suzano e pela Embrapa e tem como propósito contribuir para o aumento da produtividade de forma sustentável no campo.

A Rede ILPF atualmente apoia uma rede com 16 Unidades de Referência Tecnológica (URT) e 12 Unidades de Referência Tecnológica e de Pesquisa (URTP), distribuídas entre os biomas brasileiros e envolvendo a participação de 22 Unidades de Pesquisa da Embrapa.

Contato: (61) 99276-9957 Isabel De Agostini

Vídeo Caravana ILPF

Vídeo Rede ILPF:

Fazenda Pontal – Nova Guarita (MT)

Bioma Amazônia

Com uso da integração lavoura-pecuária, manejo de pastagens e estação de monta invertida, fazenda criou um sistema de produção eficiente e com pecuária de ciclo curto.

Quando o produtor José Peres adquiriu a fazenda Pontal, em Nova Guarita (MT), em 1994, a pecuária extensiva era a única atividade viável, apesar da dupla aptidão da área. Aumentar o rebanho e a produtividade eram metas difíceis de alcançar. 

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A situação começou a mudar no início dos anos 2000, quando o produtor e seu filho José Leandro Olivi Peres começaram a usar a agricultura para reduzir custos da reforma de pastagens degradadas ou em degradação. Primeiro foi usado o arroz, depois o sistema Santa Fé, que consorcia milho com braquiária. Após 2005 a soja substituiu o arroz. Mais recentemente, as perdas causadas por porcos do mato e catetos inviabilizaram a cultura do milho e somente a soja continuou sendo cultivada na safra.  

Gráfico, Gráfico de barras, Gráfico de cascata

Descrição gerada automaticamente

Fonte: Bruno Pedreira

Os bons pastos formados após a lavoura fizeram com que a integração lavoura-pecuária se tornasse uma estratégia chave na fazenda. Atualmente, da área aberta na propriedade, 50% são ocupados na safra por lavoura de soja. Após a colheita do grão, o capim já é semeado e toda a área passa a ser ocupada pela pecuária no período seco. 

Os pastos de melhor qualidade após a lavoura possibilitam aumento do rebanho e viabilizaram a tecnificação gradual da fazenda.

“Nós percebemos que quanto mais tecnologia a gente introduzia na propriedade, desde maquinário, mão de obra e insumos, a gente conseguia aumentar a produção. Consegui fazer com que tivesse um crescimento através da tecnologia. A gente colocou quase que uma propriedade em cima de outra”, afirma José Leandro Olivi Peres.

Com problemas com a síndrome da morte da braquiária, o produtor se aproximou da Embrapa e iniciou uma parceria que trouxe ainda mais benefícios para a fazenda. Consequentemente, beneficiou também outros produtores, já que a propriedade se tornou uma Unidade de Referência Tecnológica. No local foram validadas tecnologias e desenvolvido um sistema de produção, chamado de Sistema Pontal.

Sistema Pontal

Para resolver o problema da morte do braquiarão, começaram a ser usadas cultivares mais novas da Embrapa, como a BRS Paiguás, BRS Piatã e BRS Xaraés. O manejo dessas forrageiras, somado ao uso da integração lavoura-pecuária resolveram o gargalo da falta de forrageiras no período seco do ano. A boa oferta de alimento ao longo de todos os meses permitiu adotar o terceiro pilar do Sistema Pontal, a estação de monta invertida.

Com essa estratégia, a inseminação artificial das novilhas deixou de ser feita de outubro a dezembro e passou a ocorrer entre julho e setembro. Com isso, os bezerros passam a nascer entre março e julho e são desmamados no período chuvoso.

“Você tem uma pecuária mais rápida, uma pecuária de ciclo curto. Você vai fazer IATF [inseminação artificial em tempo fixo] e não pega um curral com barro. Pega o curral seco, com uma sanidade mais interessante de se trabalhar. O bezerro nasce e com quatro-cinco meses já pega a chuva. E ele vai ser abatido no próprio ano da desmama”, explica o produtor rural.

Gráfico

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Fonte: Bruno Pedreira

Atualmente a fazenda Pontal trabalha com ciclo semi-completo. Os bezerros machos desmamados que atingem determinado peso são encaminhados para a recria na propriedade, ficam nas pastagens de ILP até junho e são terminados em confinamento. Os machos desmamados abaixo do peso definido pela propriedade são comercializados. As fêmeas nelore são inseminadas com 14 meses e com 22 meses já estão com bezerro ao pé. Já as novilhas angus vão para abate com 16 a 17 meses e têm a carne destinada ao mercado gourmet. 

Na recria, de janeiro a março, os animais recebem suplementação de 0,1% do peso vivo (PV), o que resulta em ganhos aproximados de 600g/dia. A partir de abril, são suplementados com 0,3% PV, em pastos permanentes ou pós-lavoura, garantindo ganhos de cerca de 850 g/dia. 

Ao atingirem 420 kg na fase de recria, os animais são levados ao confinamento, onde recebem 1,8% do PV em concentrado e 16 a 17 kg de silagem. Esta dieta proporciona um rápido desenvolvimento aos animais, que são abatidos ao atingirem 510 kg para fêmeas e 550 kg para os machos, aos 16 e 18 meses de idade em média, respectivamente. 

O rendimento de carcaça alcançado tem sido em torno de 59% para machos nelore e F1 angus, e 55% para fêmeas F1. O desempenho por área está em torno de a 15,8 arrobas por hectare ao ano, em que nove arrobas são produzidas nos 120 dias de pastejo nos pastos pós-lavoura.

“Estamos trabalhando com quase 3 UA/ha, uma taxa de prenhez de quase 82% no fechamento geral de todas as categorias, desde precoce primípara, primípara normal e multípara”, celebra José Leandro.

Mais recentemente, o produtor lançou, ainda em pequena escala, a própria marca de carne gourmet para comercializar uma parcela das novilhas precoces da raça angus. 

“Começamos a tentar entender o mercado e passamos a fazer ultrassom na carcaça nas fêmeas angus. Tiramos as 20% melhores, com marmoreio acima de 5 e ratio acima de 47 para fazer a nossa marca. Não é nada grandioso, é uma coisa artesanal. Mas é um grão de areia em que a gente vem buscando um mercado diferente”, explica o produtor.

Parcerias

A agricultura é feita em formato de parceria, na qual o parceiro entra com os insumos químicos, sementes e com a tecnificação. Já a mão-de-obra para semeadura, pulverizações e colheita são de responsabilidade da fazenda Pontal. 

Além dessa parceria, a propriedade tem um grande diferencial na integração de pessoas. Consultores, fornecedores de insumos e prestadores de serviços especializados são envolvidos no processo produtivo e acompanham de perto, buscando obter os melhores resultados. Ao mesmo tempo, a fazenda serve como vitrine para todos eles.

“O grande negócio é esse: primeiro aumento de produtividade; segundo a melhoria de mão de obra, porque você tecnifica sua mão-de-obra tanto agrícola quanto pecuária; e depois a quantidade de parceiros que compram a ideia. A parceria vem para se trabalhar, para aumentar a produção. Então você consegue adquirir tecnologia de pessoas, de empresas e de insumos. Temos pessoas que entendem do processo para que consigam conduzir da melhor forma possível os insumos que a gente adquire”, explica José Leandro.

URT

Por meio de um projeto em parceria com a Embrapa Agrossilvipastoril, a Universidade Federal de Mato Grosso e com apoio de uma rede de parceiros comerciais e técnicos da Fazenda Pontal, a propriedade se tornou uma Unidade de Referência Tecnológica (URT).

As atividades previstas eram para validar o uso de diferentes consórcios forrageiros para a segunda safra. As combinações usadas foram o Sistema Gravataí, que consorcia braquiária com feijão-caupi; braquiária com nabo forrageiro; braquiária com Crotalária ochroleuca; braquiária com trigo mourisco; e um consórcio sêxtuplo com braquiária, nabo forrageiro, trigo mourisco, níger, Crotalária ochroleuca e feijão guandu-anão. Todos eles foram comparados com a pastagem solteira, com a mesma cultivar de braquiária, a BRS Piatã.

Entre os resultados já obtidos, destacam-se a melhoria do teor proteico daqueles consórcios com uso de leguminosas, a boa formação de matéria seca de todos eles e o efeito mitigador de plantas daninhas, sobretudo do consórcio sêxtuplo. Uma infestação de capim camalote na área da pesquisa chegou a ocupar 68% da área com pastagem solteira e menos de 7% na área do consórcio. 

Esses resultados e todos os fundamentos do Sistema Pontal vem sendo apresentados para o setor produtivo em uma série de eventos. O dia de campo da integração lavoura-pecuária JP Agropecuária, realizado em conjunto com Embrapa e Senar-MT já teve seis edições. Quatro delas presenciais, com participação de produtores de diferentes regiões de Mato Grosso. Outras duas edições foram on-line, em 2020, no auge da pandemia de covid-19, e possibilitaram mostrar o sistema produtivo para um público que não teria condições de visitar a propriedade.

As edições on-line e as palestras dos dias de campo presenciais estão disponíveis no Canal da Embrapa no Youtube, na playlist ILPF.

Gabriel Faria (MTB 15.624 MG)

Embrapa Agrossilvipastoril

agrossilvipastoril.imprensa@embrapa.br

Colaboração: Bruno Pedreira 

Rede ILPF lança edital de prêmios de jornalismo e de fotografia

A Associação Rede ILPF lançou os editais da 3ª edição do Prêmio Rede ILPF de Jornalismo e da 2ª edição do Prêmio Rede ILPF de Fotografia. Desta vez os prazos para inscrição se encerrarão mais cedo, com a premiação ocorrendo em março, durante o Encontro Técnico de ILPF, em Caldas Novas (GO).

Os dois prêmios terão como tema “Sistemas ILPF, intensificação sustentável por meio das tecnologias agropecuárias”.

O prêmio de jornalismo contará com cinco categorias, sendo uma para reportagens escritas, outra para reportagem em áudio, outra para reportagem em vídeo, além de uma específica para veículos estrangeiros e uma quinta para profissionais das instituições associadas à Rede ILPF.

Já o prêmio de fotografia terá três categorias. Uma delas é aberta a qualquer pessoa, seja fotógrafa profissional ou amadora. Outra é destinada à fotojornalistas, com fotografias veiculadas na imprensa. A terceira é destinada a profissionais das instituições associadas. Podem concorrer até mesmo fotos tiradas com celular, desde que tenham a resolução mínima definida pelo edital.

As inscrições poderão ser feitas de 1º de fevereiro a 1º de março, no site www.ilpf.com.br. Poderão ser inscritas reportagens veiculadas a partir de 29 de maio de 2022 e que não tenham sido inscritas nas edições anteriores do prêmio. Já as fotografias poderão ser inscritas quaisquer fotos, desde que não tenham sido inscritas na primeira edição.

Confira os editais em https://redeilpf.org.br/editais/.

Caravana ILPF percorre seis cidades do Maranhão e Piauí para divulgar o potencial dos sistemas integrados.

A Caravana ILPF percorreu o Maranhão e Piauí entre os dias 7 e 12 de novembro. As atividades da expedição técnico e científica, começaram pelo município de Santa Inês (MA) . A primeira ação foi uma visita técnica na Fazenda Muniz, Unidade de Referência Tecnológica (URT) da Embrapa Cocais e área experimental para projetos da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), onde existem modelos de integração com babaçu, eucalipto, sabiá e gado.

O proprietário Luciano Muniz implantou o sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta há sete anos e conduziu a apresentação da propriedade. Os pesquisadores da Embrapa Cocais Joaquim Bezerra Costa e Guilhermina Cayres, falaram sobre os projetos da Unidade desenvolvidos na fazenda e região.

“Eventos como esses são muito importantes para disseminarmos a ILPF de uma maneira bastante clara e falarmos sobre os benefícios financeiros, produtivos e sociais desse sistemas integrados.” Conclui o pesquisador, Joaquim Bezerra.

A oficina Adopt, ferramenta agropecuária para identificar e otimizar a adoção de tecnologias agropecuárias, também faz parte das atividades da Caravana, foi ministrada em três cidades, pelo coordenador da Caravana ILPF e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Marcelo Muller, para grupos de técnicos, pesquisadores e representantes de vários setores do segmento agropecuário dos municípios de Santa Inês (MA), Itapecuru-Mirim (MA) e Chapadinha (MA).

“Com a aplicação dessa ferramenta a gente consegue de uma maneira muito rápida identificar problemas e apontar soluções que melhor adaptam as áreas por onde estamos passando, isso otimiza recursos e aceleram a adoção de novas tecnologias para os produtores,” enfatiza Muller.

Em Itapecuru Mirim (MA), além da oficina Adopt, estudantes da Escola Agrícola Casa Familiar Rural, do povoado de Serra, participaram de uma bate-papo sobre ILPF e conheceram um pouco mais sobre os projetos desenvolvidos para as melhorias da cadeia do extrativista do babaçu.

“Trabalhos com esse público são muito importantes levar informação e capacitar estes jovens que estão entrando no mercado profissional,” afirmou Marcílio da Frota, um dos palestrantes do evento.

A pesquisadora Guilhermina Cayres, detalhou o projeto que desenvolve alternativas para a cadeia sócio produtiva do babaçu com quebradeiras de coco de comunidades da região

“O projeto trabalha o desenvolvimento de novos produtos, como gelado, bolo, biscoito e hambúrguer, são produzidos quase integralmente com base vegetal, sem adição de açúcar, glúten e lactose. Produtos de grande procura no mercado, além de melhoria das condições de trabalho, empreendedorismo e certificação”

A parceria com a Cooperação Brasil-Alemanha, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pelo Programa Cadeias Sustentáveis.

As ações continuaram em Anapurus (MA), com palestras e a entrega do Selo Brasil Agrosustentável para três produtores da região.

“Conquistas como estas mostram que estamos no caminho certo e com esta certificação várias portas serão abertas,” afirma Victor Barbosa, proprietário da fazenda Barbosa, que recebeu o selo ouro durante o evento.

Na passagem por Piracuruca já no Piauí, alunos de Agronomia da Uespi e estudantes da escola técnica professor Antônio Brito Fortes, além de vários representantes de entidades ligadas ao tema participaram da palestra feita no Parque Fernando Magalhães, que teve como tema, o caso de sucesso de ILPF da Fazenda Barbosa de Brejo no Maranhão e sistemas integrados como sistemas indutores de agricultura sustentável com Henrique Antunes e Raimundo Bezerra, ambos pesquisadores da Embrapa Meio-Norte.

“Mostrar o potencial da tecnologia é de extrema importância para disseminar o assunto e avançarmos em área” enfatizou o pesquisador Henrique Antunes.

O quinto e último dia de atividades da Caravana ILPF foi na sede da Embrapa Meio-Norte, em Teresina (PI), Alzir Aguiar Neto da Aprosoja, Henrique Nunes da Embrapa Meio-Norte e Lívio de Souza, diretor de fruticultura da Seagro, conduziram o debate sobre pontenciais da ILPF na região Meio-Norte.

“A caravana do ILPF veio fortalecer a necessidade de encaminharmos mecanismos de adoção do uso de produtores de sistemas integrados, mostrando que a integração lavoura pecuária que se tornou uma política pública pelo governo federal.A tecnologia vem sendo pesquisada pela Embrapa há mais de 25 anos e consolida-se como uma alternativa para garantirmos sustentabilidade na produção de grãos e para a produção de proteína animal aliado à essa sustentabilidade,” finalizou Anísio Lima, Chefe Geral da Embrapa Meio-Norte.